Vivem-se tempos particularmente conturbados. O conhecimento e a formação dos líderes do amanhã devem ser uma prioridade para o país. Se já anteriormente o esforço no apoio à futura geração de profissionais qualificados era escasso, agora os problemas parecem cada vez mais prementes. O Ensino Superior não é para todos, a organização e funcionamento das Instituições do Ensino Superior não está otimizada, o financiamento mantém-se como um problema crónico e cada vez mais se colocam questões mais e mais sérias, como a inércia ao problema da saúde mental dos estudantes ou a falta de modelos de avaliação e métodos pedagógicos que acompanhem as tecnologias emergentes.
Marcelo Rebelo de Sousa destaca “a importância da voz ativa dos jovens”
Na segunda-feira, o Palácio de Belém voltou a receber os representantes das Associações e Federações Académicas. O Presidente da República recebeu 12 líderes estudantis, num encontro que contou com a Ministra Elvira Fortunato e o Secretário de Estado Pedro Nuno Teixeira.
Movimento ACADÉMICAS PONTO foi recebido pela Comissão de Educação e Ciência
A 5 de julho de 2022, o movimento ACADÉMICAS PONTO foi recebido na Assembleia da República, numa audição da Comissão de
Atravessa-se, neste contexto já precário, um contexto socioecónomico pouco favorável, uma inflação preocupante e uma descrença na adaptação e procura de mecanismos que façam frente a estes desafios. E se todos estes problemas se multiplicam um pouco por toda a parte, a discrepância de tratamento dada aos grandes centros urbanos dos demais não nos é indiferente, deixando-nos seriamente preocupados pelo futuro do nosso país, em especial do Ensino Superior. É urgente e indispensável uma posição e mudança.
No passado dia 24 de março, no Dia Nacional do Estudante, formalizaram o Movimento “Académicas.” na cerimónia de fundação do “Conselho de Associações Académicas Portuguesas”, na Casa do Estudante da Universidade de Aveiro.
Assumem ser parte da solução e nunca do problema, acreditando que a História e a postura de seriedade e responsabilidade que sempre pautou o trabalho realizado pelas estruturas representativas das academias portuguesas é mais do que suficiente para ser escutado pela tutela e empreender novas respostas aos desafios que surjam.
O Conselho de Associações Académicas Portuguesas discutiu o RJIES e a internacionalização
O Conselho de Associações Académicas Portuguesas (CAAP) reúne as associações académicas de oito universidades públicas portuguesas, representando 80 mil estudantes. O CAAP pretende assegurar a cooperação das Associações Académicas que integram a estrutura e “dinamizar reivindicações de políticas nacionais para o Ensino Superior e propor soluções que sejam acordadas e consideradas adequadas”.
Associativismo Juvenil
No passado dia 20 de abril passou pela Assembleia da República Portuguesa. A proposta de lei do Associativismo Jovem. O primeiro
O Conselho de Associações Académicas Portuguesas irá promover a discussão sobre o futuro do Ensino Superior português e as suas necessárias reformas com uma agenda constituída por ciclos de conferências, que procurará ao longo do ano promover momentos de auscultação, reflexão e discussão sobre o ensino, a participação estudantil, a ação social, o financiamento das Universidades e toda a sua vida, desde a cultura, ao desporto e ao bem estar físico e mental, terminando com um momento de reflexão global.
Conselho de Associações Académicas Portuguesas
Com fotografia de Alexander Andrews.
