Senhora Ogin, também chamado Love under the Crucifix, é um filme de 1962 e passa-se num período em que o Império do Sol Nascente era governado pelo Shogun e pelos Daimios, em pleno século XVI. Embora na fé tradicional o Imperador, símbolo unificador do arquipélago, fosse um deus vivo, o Cristianismo dispersava-se e colocando em causa a hierarquia feudal do país dos samurais.
Um novo conceito de tratamento no documentário de Nicolas Philibert
O Adamant é um Centro de Dia único: é um edifício flutuante. Construído nas margens do Sena, no coração de Paris, acolhe adultos com problemas mentais, oferecendo-lhes uma estrutura de atendimento que os estrutura no tempo e no espaço, os ajuda a reconectar-se com o mundo, a encontrar um pouco de ‘momentum’.
Pedágio
No Mês do Orgulho LGBTQIA+, Carolina Markowicz estreia a sua segunda longa-metragem, Pedágio.
A cena de abertura é uma confusa batalha de que só se vêem fumo e estandartes, aos sons de gritos de guerra, toques de carga, tinires de espadas e relinchos de cavalos dos samurais. Enquanto isso, nos salões há conspirações políticas e cerimónias de chá, onde a virtuosa Dama Ogin vive um amor proibido.
Kinuyo Tanaka (1909-1977), a diretora desta película foi uma aclamada atriz e realizadora japonesa. Destacou-se pela sua colaboração frequente com o renomado realizador Yasujirō Ozu, participando em filmes como Primavera Tardia (1949). O seu contributo para o cinema japonês deixou um legado duradouro.
Este filme dirigido por Kinuyo Tanaka foi filmado a cores e no formato CinemaScope, tem argumento de Masashige Narusawa, outro grande cineasta japonês falecido em 2021.
Senhora Ogin é a sugestão do Screenings Funchal, numa parceria com os Cinemas NOS e a ACADÉMICA DA MADEIRA, para sexta e sábado, 29 e 30 de setembro.
O cliente NOS, portador do seu cartão, tem direito a dois bilhetes pelo preço de um. Se for sozinho, além do bilhete, tem a oferta de um menu pequeno de pipocas e bebida. Vamos aproveitar estas vantagens com mais um momento de grande cinema que o Screenings Funchal proporciona.
A Eternidade do Feminino
Em Hokkaido, no norte do Japão, Fumiko vive um casamento infeliz. Os seus únicos confortos são os seus dois filhos e um clube de poesia, que se torna sua principal forma de escape, permitindo-lhe fazer visitas à cidade. Lá, ela encontra Taku Hori, marido de sua amiga Kinuko, que também escreve poemas. Sentindo-se cada vez mais atraída por ele, Fumiko é diagnosticada com câncro da mama. Enquanto os seus poemas são publicados, ela enfrenta uma mastectomia.
Às portas da Europa
“A vida de Paco (Fernando Alves Pinto Paco), um jovem estudante de São Paulo, Brasil, desmorona-se com a morte da mãe
Convidamos-vos a assistir esta longa metragem com a nossa companhia. Até lá, confira o que lhe contamos no portal do Screenings Funchal e deixe-se ficar com a antevisão.
António Roque
ET AL.
Com fotograma da película de Kinuyo Tanaka.