Portugal sobe dois lugares no Índice Global de Inovação (IGI) 2023, ficando assim no 30.º lugar entre 132 economias mundiais. Segundo o relatório, os pontos fortes da economia portuguesa são a diversidade da indústria nacional, a percentagem do PIB investida em software e os artigos científicos ou técnicos por cá publicados.
Despesa em ciência aumenta em 2021 atingindo máximo histórico de 3609 milhões de euros
A publicação dos resultados definitivos do Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional de 2021 (IPCTN Resultados Definitivos 2021) revela que a despesa total em Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Portugal atingiu um novo máximo histórico de 3609 milhões de euros em 2021.
Bolseiros preocupados com cortes da FCT
A ABIC manifesta preocupação com o corte de 68 milhões de euros no orçamento da FCT para 2025, alertando para o
Dentro das economias europeias, Portugal tem um desempenho acima da média no que diz respeito às seguintes categorias: Outputs Criativos, Capital Humano, Investigação e Instituições. Nestas áreas, Portugal fica, respetivamente, na 19ª, 23.ª e 35.ª posição no ranking global.
No que diz respeito às Infraestruturas, ocupa a 45.ª posição, a 42.ª no que diz respeito à sofisticação do mercado, a 34.ª na Sofisticação dos Negócios e a 32.ª posição em termos de Outputs de Tecnologia e Conhecimento.
O Índice Global de Inovação avalia as economias mundiais com base nas suas capacidades de inovação, destacando os seus pontos fortes e fracos, e é publicado anualmente pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual, uma agência das Nações Unidas especializada no tema. A avaliação tem em conta 80 indicadores, desde gastos com a educação e financiamento a startups, à exportação de serviços culturais, criativos e de tecnologia.
A divulgação da Ciência: um projeto multifacetado
O Centro de Química da Madeira (CQM) está, desde a sua fundação, empenhado em estimular junto da população escolar o interesse pela área da Química e pelas suas aplicações no
De partida com o rs4e
No primeiro dia do Curso Intensivo, a expetativa dos estudantes inscritos é palpável, rumo a três dias de formação e trabalho
Pelo 13.º ano consecutivo, a Suíça ocupa o primeiro lugar deste ranking. Seguem-se a Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finlândia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul.
Texto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Com fotografia de Will Porada.