Inspirado no romance do transgénero Lord Orlando de Virgínia Woolf, de 1928, o Orlando, A minha biografia política (2023) de Paul B. Preciado conta já com sete indicações e cinco prémios em vários festivais internacionais de cinema, incluindo os de Jerusalém, de San Sebastian e de Berlim.
O outono também aquece
Duas pessoas solitárias encontram-se, por acaso, na noite de Helsínquia e tentam procuram o primeiro, único e último amor das suas vidas. O caminho para atingir esse objetivo está cheio de obstáculos: o alcoolismo, números de telefone perdidos, não saberem o nome um do outro. Em geral, a vida cria obstáculos no caminho dos que buscam a felicidade. Esta gentil tragicomédia é a quarta parte da trilogia da classe operária de Aki Kaurismäki.
Estradas de Mudança
Nilo, escritora feminista, deixa a sua vida organizada para seguir a irresponsável da sua irmã, Maya, que “raptou” o Volvo e
“O mundo contemporâneo está cheio de Orlandos”, diz uma das personagens deste filme. Numa hora e 38 minutos, as 26 pessoas transgénero e não-binárias, entre os oito e os 70 anos, contam as suas histórias de vida, e dão vida à personagem de Virginia Woolf.
Paul B. Preciado nasceu em Burgos (Espanha), em 1970 e é doutorado em Teoria da Arquitetura pela Universidade de Princeton. Filósofo e escritor feminista transgénero, o seu processo de transição terminou em 2015, quando assumiu “Paul” como nome próprio. No cinema, além de ator e diretor é conhecido, além deste premiado Orlando, pelo seu trabalho em Fácil (2022) e na longa-metragem de animação Sultana’s Dream (2023).
Orlando, A minha biografia política é a sugestão do Screenings Funchal, numa parceria com os Cinemas NOS e a ACADÉMICA DA MADEIRA, para sexta e sábado, 06 e 07 de outubro.
O cliente NOS, portador do seu cartão, tem direito a dois bilhetes pelo preço de um. Se for sozinho, além do bilhete, tem a oferta de um menu pequeno de pipocas e bebida. Vamos aproveitar estas vantagens com mais um momento de grande cinema que o Screenings Funchal proporciona.
Home sweet home!
Quando uma cidade deixa de ser casa, tudo o que fica são memórias. Entre Lisboa e Banguecoque, duas mulheres encontram-se num carrossel de passado, presente – e talvez futuro – que acelera uma juventude em tumulto. A vida adulta, a carreira e os afetos tornam-se avassaladores, numa história que começa quando L conhece K.
Emancipação nipónica
A viúva Nobuko partilha residência com Tamiko e Junjiro, os dois filhos do seu falecido marido. Tamiko é uma jovem mulher
Convidamos-vos a assistir esta longa metragem com a nossa companhia. Até lá, confira o que lhe contamos no portal do Screenings Funchal e deixe-se ficar com a antevisão.
Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotograma da película de Paul B. Preciado.