Foram 29 tunos e caloiros os representares da Universidade da Madeira e da região na 22.ª edição do El Açor, um festival que se realiza anualmente na ilha de São Miguel, organizado pelos Tunídeos, a Tuna Masculina da Universidade dos Açores.
Sexta é o primeiro sarau de outubro dos FATUM
Sexta-feira, 13 de outubro, a partir das 21:00, o Colégio dos Jesuítas do Funchal acolhe mais um sarau de Fado de Coimbra pelos FATUM, o grupo de fados da ACADÉMICA DA MADEIRA. A entrada será gratuita para todo o público que queira ter um serão em serenata.
Fruição e partilha musical com o Quinteto da Orquestra Clássica da Madeira
Mais um belo momento de fruição e de partilha musical, proposto pelo Quinteto Solistas da Orquestra Clássica da Madeira, no extraordinário
João Ribeiro, Relações Públicas da Tuna Universitária da Madeira (TUMa), explicou que o tema da do El Açor foi o Natal, o que motivou que vários elementos do grupo utilizassem acessórios natalícios em pleno mês de março. Essa não foi, contudo, uma dificuldade para o grupo. Os custos de deslocação, que foram suportados pela TUMa, representam a maior despesa na participação do festival.
Em 2023, o coletivo de estudantes e antigos estudantes da UMa não prevê voltar a participar noutro festival, nacional ou internacional, pois, como referiu João Ribeiro, estão a “preparar e a recolher todos os recursos necessários à organização do nosso próprio festival, o ETUMa – Festival de Tunas Universitárias da Madeira”.
As tunas, bastante conhecidas em Portugal, têm uma longa história de tradição e cultura, possuindo um papel importante na vida universitária. Criam um forte senso de comunidade entre os estudantes que compartilham uma paixão pela música e pela cultura académica. Geralmente, costumam apresentar-se em festivais como, por exemplo, o El Açor. Além de tocar e cantar, também são conhecidas por terem trajes tradicionais da cultura universitária.
“Enorme reconhecimento nacional e internacional”
Há quase um ano, a TUMa participou na 21.ª edição do festival e recebeu o prémio de “Tuna Mais Tuna”, garantindo assim um convite automático para a edição seguinte. Além disso, o grupo também conquistou os prémios de “Melhor Adaptação ao Tema”, “Melhor Porta-Estandarte” e “Segunda Melhor Tuna a Concurso”, nessa edição.
No certame deste ano, a TUMa teve um feito ainda maior, recebendo os prémios mais importantes desta edição. O grupo regressou à região com os prémios de “Melhor Porta-Estandarte”, “Melhor Pandeireta”, “Melhor Tuna a Concurso” e, uma vez mais, o “Tuna Mais Tuna”.
Sobre a dificuldade em suportar as despesas nos encontros e festivais, o Relações Públicas da TUMa explicou que “durante todo o ano, a TUMa marca presença nas mais diversas festividades, quer de natureza pública ou privada, e organiza uma série de atuações de rua” para conseguir “suportar todos os custos que este tipo de eventos implicam”.
Apesar do coletivo receber alguns apoios de entidades públicas, são “maioritariamente direcionados para a organização do ETUMa e aquisição de novos instrumentos”. A componente de formação é uma das valências que as tunas possuem, pois formam dezenas de estudantes em vários instrumentos musicais, sem qualquer custo para os seus membros.
Orquestra Clássica da Madeira no Vidamar Hotel
A Orquestra Clássica da Madeira apresenta neste sábado um concerto especial em homenagem ao compositor português Francisco de Sá Noronha, obras estas com orquestrações modernas de César Viana, e cujo
Monumental Serenata
Coimbra tem mais encanto Na hora da despedida Que as lágrimas do meu pranto São a luz que lhe dá vida.
“Além do enorme reconhecimento nacional e internacional que estes prémios trazem, refletem o trabalho árduo e dedicação dos seus elementos para que o grupo prime pela qualidade musical”, referiu João Ribeiro.
A tuna, durante todo o ano, recebe estudantes da UMa que estejam interessados em partilhar momentos de convívio e boa disposição, dotando-os de outras faculdades como a organização de eventos e a vida associativa, além da formação musical.
Tomás Santos de Pontes
ET AL.
Com fotografias de Hugo Moreira e Nuno Salgueiro.
