A velhice não é doença

A idade traz desgaste aos órgãos, articulações e cérebro dos amigos de 4 patas, ficando mais susceptíveis de adoecer.

Nessa fase da vida dos animais de estimação, as revacinações são feitas uma vez por ano, o que começa por ser demasiado tempo sem uma visita ao veterinário. As situações de falha orgânica ou tumores podem apenas ser diagnosticadas tarde demais, quando a janela de oportunidade já se fechou.

Nos cães, os problemas cardíacos e os tumores (alguns ocultos até mais tarde) são as principais situações relacionadas com a idade.

Nos gatos idosos, a falha renal é perita em camuflagem. Nos gordos, a diabetes é um problema que também pode ser diagnosticado só na fase de descompensação completa.

Volvidos os 8 anos, a consulta de rotina anual para a vacinação deixa de ser suficiente. Identificar um potencial problema e orientar o tratamento exige, no mínimo, 3 visitas de rotina por ano. Isso permite-nos acompanhar o peso e os hábitos alimentares, a higiene, auscultar o tórax e palpar possíveis massas e anomalias. Se necessário, investigar com exames complementares (análises ao sangue, ecografia, RX, TAC, etc..), enquanto ainda é possível intervir medica ou cirurgicamente, tentando curar o animal e mantê-lo na companhia do seu dono mais tempo e com mais qualidade de vida.

A velhice não é uma doença mas estas evoluem mais rapidamente em idades mais avançadas. Enquanto guardiões do nossos animais de companhia, é nossa missão procurar combatê-las da melhor forma e no tempo correcto.

Sociedade Protectora dos Animais Domésticos

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