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Remorsos de amor

Este fim de semana, a Screenings propõe-nos uma leitura cinematográfica do romance de Shusaku Endo "A Mulher que eu Abandonei", que retrata uma nova burguesia emergente na sociedade japonesa dos meados do século XX, urbana e desenraizada da sua cultura.

Satisfeito com a vida pela primeira vez, Tsutomu Yoshioka trabalha para uma fábrica de automóveis. O futuro parece promissor, já que Mariko, a sobrinha do presidente da empresa em que trabalha, está apaixonada por ele e o casamento está para breve.  Contudo, um passado desenterrado por uma conhecida que lhe fala sobre Mitsu Morita, a paixão dos seus tempos de universidade a quem abandonou, a conselho de um amigo, por não ser suficiente sofisticada o suficiente, vem para o assombrar. Este é um complexo de culpa profundo que assaltam o protagonista, atormentado por pesadelos, preso entre o passado e o presente.

N’O Recreio tudo acontece, mas pouco se conta

“Nora, de 7 anos, e o seu irmão mais velho Abel regressam à escola. Quando Nora vê Abel a ser intimidado por outras crianças, apressa-se a protegê-lo alertando o pai. Mas Abel obriga-a a guardar segredo. Tomada por um conflito de lealdade, Nora acabará por tentar encontrar o seu lugar,

Tsutomu Yoshiola nasceu na província de Hyōgo, em 14 de dezembro de 1930 e faleceu a 20 de outubro de 1985. Graduou-se na Universidade de Nagoia e trabalhou no estúdio Nikkatsu a partir de 1954, como como assistente de direção. Em 1962, estreou-se como diretor com Foundry Town, que retratava a vida dos coreanos residentes na cidade japonosa de Zainichi e com o qual foi distinguido pelo Sindicado dos Diretores do Japão com o prémio Novos Diretores. No ano seguinte, o seu Bad Girl venceu o Prémio de Ouro no 3.º Festival Internacional de Cinema de Moscovo.

A Mulher que eu abandonei de Kirio Urayama é a sugestão do Screenings Funchal, numa parceria com os Cinemas NOS e a ACADÉMICA DA MADEIRA, para sexta e sábado, 15 e 16 de março.

Sexualidade Oculta

Considerado em 2022 o melhor filme da história do cinema pela prestigiada revista Sight & Sound, esta obra-prima sem igual confirmou o talento de Chantal Akerman e posicionou-a, juntamente com Marguerite Duras, como na vanguarda do cinema feminista. Delphine Seyrig dá vida a Jeanne Dielman, uma personagem imortal, aprisionada na

O cliente NOS, portador do seu cartão, tem direito a dois bilhetes pelo preço de um. Se for sozinho, além do bilhete, tem a oferta de um menu pequeno de pipocas e bebida. Vamos aproveitar estas vantagens com mais um momento de grande cinema que o Screenings Funchal proporciona.

Convidamos a assistir esta longa metragem com a nossa companhia. Até lá, confira o que lhe contamos no portal do Screenings Funchal.

Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotograma da película de Kirio Urayama.

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