Com os relatórios de 2023 em execução, os número mais atuais referentes ao programa Erasmus+ dados pela União Europeia são referentes a 2022 e demonstram o sucesso do programa: um orçamento de quatro billions de euros, mantiveram 26 mil projetos, que envolveram próximo de 73 mil organizações e perto de 1.2 milhões de participantes em atividades de mobilidade, entre estudos, estágios, voluntariado e solidariedade.
Diary of a volunteer
1st of July: Arrival at the airport of Madeira. Next destination: 30th April. Come back home. Having just landed at the airport I quickly realize what this adventure will mean
European elections and the future of European Union
Europe is going through quite difficult times; facing turbulent times and a big important questions coming along force the EU to
Segundo o portal noticioso POLITICO, Nick Leake, um alto funcionário britânico indicou que o Reino Unido decidiu abandonar o programa Erasmus+. Porquê? Devido aos fracos conhecimentos dos britânicos em línguas estrangeiras, pesados nos custos que o programa traria para o país.
Nick Leake é um diplomata britânico na Missão da UE em Londres, explicou que faziam Erasmus+ poucos “estudantes britânicos em comparação com outras nacionalidades – devido a uma fraca aptidão para a aprendizagem de línguas”, pesado no investimento que o país terá que fazer para ser manter no programa, escreve o portal noticioso.
My trip to Madeira
A German volunteer shares her first weeks in Madeira through the Erasmus+ programme, combining photography work, new friendships, cultural discoveries and memorable experiences of island life.
Boas Festas Madeirenses!
Coming from Germany, a country proud of its Christmas tradition, bakery, decoration, markets, concerts, I was used to December being a
Se os britânicos não aderem, explicou Leake, “é porque sempre houve um desequilíbrio entre a nossa incapacidade de falar línguas muito bem e, portanto, de tirar vantagem das oportunidades de mobilidade externa e pessoas que desejam vir para o Reino Unido”, queixando-se de que os “únicos termos oferecidos” para continuarem programa durante as negociações do Brexit “exigiriam que o Reino Unido pagasse 2 mil milhões de euros a mais do que teríamos recebido ao longo de um programa de 7 anos” – cerca de 300 milhões de euros”.
De momento, várias organizações juvenis britânicas e da Europa unida pedem para que o Reino Unido volte a aderir ao Erasmus+ e a própria Comissão Europeia está a ser instada a manter negociações por um órgão consultivo da UE. A mobilidade dos jovens, para estudos, voluntariado e lazer têm sido sofrido com o Brexit. Mas Nick Leake indica veemente que “os interesses do contribuinte do Reino Unido são a razão pela qual decidimos não participar no Erasmus+”.
Um olhar sobre a satisfação com o Erasmus+ e os desafios para o futuro
Um relatório da ESN indica que, apesar do impacto positivo do programa, os estudantes apontam áreas a melhorar, como inclusão, reconhecimento académico e digitalização.
Um madeirense em Barcelona
A minha aventura no Serviço Voluntário Europeu (SVE) foi motivada, fortemente, pelo facto de ter acabado a licenciatura e de sempre
O Comité Económico e Social Europeu (CESE), formado por organizações da sociedade civil de toda a UE, e da sessão de quarta-feira da sua secção de relações externas, saiu a recomendação à Comissão Europeia para “fortalecer as negociações com o governo do Reino Unido para a reintegração total do Reino Unido no Erasmus+”.
Ao POLITICO, o embaixador do Conselho Britânico da Juventude no Fórum Europeu da Juventude, Maurizio Cuttin, após a reunião disse que a saída do país do Erasmus+ “resultou numa perda devastadora de intercâmbio e oportunidades educacionais para os jovens em ambos lados do Canal da Mancha” e que o “governo do Reino Unido deve aos seus jovens proporcionar oportunidades para desbloquear um futuro mais brilhante, próspero e induzido por competências. Abraçar o Erasmus+ é, sem dúvida, o caminho a seguir. Estudantes, aprendizes e jovens voluntários não merecem menos”.
World War: a Polish perspective
World War I was the first global conflict, also known as Great War. Because of its range, duration and technological progress, it caused millions of casualties. The political and mental
Fly high at low cost!
We are living in the world of alternatives. In most cases we can decide on a life path, figure out our
Ao deixar o Erasmus+, o Reino Unido criou o seu próprio programa de estudos no estrangeiro, o Turing que ainda não conseguiu cumprir as as metas a que se propôs, com pouco mais de 20 mil pessoas, matriculadas em 2021-2022, contra 35 mil esperadas, além que que quase 80% das instituições de ensino superior britânicas, integrantes do Turing, relataram dificuldades no seu processo de candidatura.
Segundo o POLITICO, o Partido Trabalhista (PT), que as sondagens indicam vir a formar o próximo governo britânico, nas eleições gerais deste ano, ainda não se comprometeu em aderir ao Erasmus+. Sadid Khan, presidente do PT na Câmara de Londres já veio defender a ideia.
Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Fotografia de Kutan Ural.
