A obra que publicada em março, o n.º 13 da coleção ILUSTRES (DES)CONHECIDOS, é a história de um lugar – o Caminho da Penteada – contada a partir da evocação de vários protagonistas, pessoas reais que ali viveram, que caracterizaram a fisionomia de uma época, a década de cinquenta do século XX, e de um lugar, a Penteada.
A PENTEADA OU O FIM DO CAMINHO de Irene Lucília Andrade é um conjunto de narrativas breves e memorialísticas que procuram, através da recordação dos lugares e da exaltação das relações afetivas e vicinais, que a nossa era da globalização tende a apagar, preservar as vivências de outrora, num resgatar constante de um tempo findo, mas que o poder construtivo da recordação evoca e abre um espaço de questionamento sobre o presente.
Mais uma obra poética inédita no panorama literário madeirense
Luísa Sardinha lança inédito de poesia, editado pela CADMUS, que se será apresentado a 26 de maio, pelas 18:00, no Centro Comunitário do Funchal, junto à Biblioteca Municipal.
“Este livro não é mera patacoada felina com bafo de atum”: em março foi apresentado o livro vencedor do Prémio Edmundo Bettencourt
O Prémio Edmundo Bettencourt de 2023 foi atribuído a Nicole Collet pelo seu Apollinaire, um gato filósofo, que integrará a próxima
O leitor é levado a encontrar pessoas e situações em percursos através de uma cartografia de lembranças relacionadas a uma zona específica do Funchal, a Penteada, lugar da infância da autora. Os lugares e o tempo das suas vivências fazem pontes entre o passado e o presente, não só como recordações, mas como ficções e também até como fantasmas reveladores das virtualidades do seu ser e da sua intimidade.
Irene Lucília é a 2.ª mulher a integrar a coleção, com Luzia, e a 3.ª autora contemporânea, com José Viale Moutinho e Carlos Nogueira Fino.
Irene Lucília Mendes de Andrade, nascida no Funchal, a 6 de fevereiro de 1938, é uma escritora, poetisa e artista plástica madeirense. Licenciada em pintura, em 1968, pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, foi professora do ensino secundário, locutora na rádio Posto Emissor do Funchal e desenvolveu uma longa e rica obra literária, poética e ficcional, bem como uma atividade de cronista na imprensa periódica regional.
Estátuas vivas em banda desenhada foi apresentada na Feira do Livro do Funchal
Samuel Jarimba e Madga Pereira são autores de uma nova obra em banda desenhada editada pela CADMUS, numa homenagem a uma das formas mais comuns do teatro de rua: as estátuas vivas.
Livros, jovens e cultura no Funchal
O Teatro Municipal de Baltazar Dias recebeu a gravação do episódio n.º 22 do podcast PEÇO A PALAVRA, uma parceria entre
Em 2016, recebeu a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique. Em 2021, recebeu a Medalha de Mérito da Câmara Municipal do Funchal, por ocasião do Dia da Cidade, a 21 de agosto de 2021.
É considerada uma das personalidades mais importantes da literatura contemporânea madeirense.
Timóteo Ferreira
ET AL.
Fotografia de Pedro Pessoa.