O Pub The Old Oak é um filme que mergulha nas complexidades de uma comunidade mineira no norte da Inglaterra, centrando-se no T. J. Ballantyne (interpretado por Dave Turner), o dedicado proprietário do “Old Oak”, o último pub remanescente na cidade. Enquanto luta tenazmente para manter o estabelecimento aberto há quase três décadas de declínio, T. J. enfrenta novos desafios quando refugiados sírios se instalam na aldeia, transformando o pub num terreno disputado.
Um novo conceito de tratamento no documentário de Nicolas Philibert
O Adamant é um Centro de Dia único: é um edifício flutuante. Construído nas margens do Sena, no coração de Paris, acolhe adultos com problemas mentais, oferecendo-lhes uma estrutura de atendimento que os estrutura no tempo e no espaço, os ajuda a reconectar-se com o mundo, a encontrar um pouco de ‘momentum’.
O cinema de Vicente Jorge Silva
Desde tempos imemoriais que os temporais no Atlântico obrigam viajantes a parar numa calma ilha que, por essa razão, se chama
A narrativa aprofunda-se quando T. J. se depara com Yara (interpretada por Ebla Mari), uma jovem síria com uma câmara, desencadeando uma improvável amizade entre eles. O filme explora as tensões raciais que surgem na comunidade e questiona se essa diversidade pode resultar em compreensão mútua.
Ken Loach, nascido a 17 de junho de 1936, em Nuneaton, Inglaterra, é um renomado cineasta britânico. Ao longo da sua carreira, Loach tornou-se uma figura proeminente no cinema, explorando temas sociais e a experiência da classe trabalhadora. Os seus filmes, como Kes (1969) e Eu, Daniel Blake (2016), ganharam prestígio internacional, sendo reconhecidos pela sua abordagem realista e crítica aos problemas sociais contemporâneos. Loach foi laureado com a Palma de Ouro, em Canes, por várias ocasiões, solidificando o seu impacto duradouro no mundo do cinema.
Amália Rodrigues e a paisagens do Porto Santo
Numa ilha deserta no meio do Atlântico, alguns náufragos sobrevivem caçando tartarugas gigantes que ali vivem. Entre eles estão um marinheiro e a sua mulher, relação ambígua que enfrenta obstáculos com a chegada do salvamento.
A minha pátria madrasta
Depois de um mês de fevereiro dedicado à Madeira, a Screenings Funchal volta ao cinema internacional, levando-nos de volta ao Império
No meio de perdas, do medo e a difícil busca pela esperança, este é um drama comovente que destaca a resiliência de T. J. e a sua busca pela unidade numa comunidade que enfrenta tempos difíceis. O filme é uma janela emocionante para a experiência da classe trabalhadora, enraizado nas narrativas sociais e politicamente conscientes características do cinema de Ken Loach.
O Pub The Old Oak é a sugestão do Screenings Funchal, numa parceria com os Cinemas NOS e a ACADÉMICA DA MADEIRA, para sexta e sábado, 17 e 18 de novembro.
O cliente NOS, portador do seu cartão, tem direito a dois bilhetes pelo preço de um. Se for sozinho, além do bilhete, tem a oferta de um menu pequeno de pipocas e bebida. Vamos aproveitar estas vantagens com mais um momento de grande cinema que o Screenings Funchal proporciona.
MANGA D’TERRA
Rosa, 20 anos, deixa os dois filhos em Cabo Verde para se instalar na Reboleira, um bairro pobre de Lisboa. Começa a trabalhar num bar para enviar dinheiro para os filhos, enquanto tenta criar uma carreira na música. Contudo, a sua personalidade marcante não é bem vista no bairro onde vive.
Laços Inquebráveis
Wendy Carroll (Michelle Williams) procura emprego e uma nova vida em Ketchikan, Alasca, com a sua cadela Lucy. No entanto, o
Convidamos-vos a assistir esta longa metragem com a nossa companhia. Até lá, confira o que lhe contamos no portal do Screenings Funchal e deixe-se ficar com a antevisão.
António Roque
ET AL.
Com fotograma da película de Ken Loach.