Há alguns dias, chegou à nossa redação a reclamação de um estudante sobre o que descreveu ser a “inundação regular da cantina em dias de chuva” e recordamos um dos dos textos mais comentados da história desta publicação, onde já se fazia referência ao caso.
Em julho de 2019, o portal ET AL. republicou o artigo “Empadão de Peixe“, um original da revista de 2008, da autoria de Andreia Micaela Nascimento que, coincidentemente, saiu ao público num dia em que aquele prato era servido na cantina da Universidade da Madeira (UMa). Este terminava com novas reclamações dos estudantes em relação àquele serviço da Ação Social, um das quais dizia que “as condições de segurança deveriam ser revistas tendo em conta que em dias de chuva a água inunda o espaço”.
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Foram anos a reclamar por melhores condições no pátio exterior da Universidade da Madeira. Em abril, foram feitos novos trabalhos de
A cantina da UMa tem pouca atividade nestas semanas, uma vez que com as avaliações de final de semestre, o Campus Universitário da Penteada tem menor atividade do que quando em tempo de aulas. Mesmo assim, os poucos utentes da cantina têm testemunhado que, com as chuvadas do início de janeiro, por várias vezes formam-se poças de água junto aos balcões, acessos e áreas onde se encontram equipamentos elétricos.
Os grandes cones de tecido e a estrutura que os prende ao edifício de metal e vidro, por alguma razão, parecem não estar a realizar a correta drenagem das águas da chuva, que caem no interior do espaço, em situações de perigo para utentes e funcionários, visíveis todos os anos.
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O novo modelo de ação social para o ensino superior introduz uma bolsa inicial de 1045 euros e um cálculo progressivo baseado no custo real de estudar, mas suscita dúvidas sobre desigualdades territoriais.
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Apesar dos atrasos, a Universidade e a Ação Social pretendem realizar as obras necessárias ao melhoramento e aumento da oferta. Pelo que foi apurado junto do Administrador da Ação Social, “encontra-se prevista uma intervenção de fundo para renovar a referida infraestrutura, ainda que não tenhamos uma data para o seu arranque”.
Há quase dois anos, o DIÁRIO dava nota de um novo edifício da ARDITI e Startup Madeira, que custaria “19 milhões e deve estar pronto em 2025”. De acordo com o Administrador, a obra permitirá reformular “a atual cantina, dando lugar a uma nova edificação”. Anunciada em 2022, para conclusão no próximo ano, as obras ainda não arrancaram.
Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotografia de Eutah Mizushima.