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Preocupação com as condições do edifício da UMa partilhada por estudantes e funcionários, com vários acidentes registados

Preocupação com as condições do edifício da UMa partilhada por estudantes e funcionários, com vários acidentes registados

Este artigo tem mais de 1 ano

Pela terceira vez, em poucos dias, as más condições que existem no Campus Universitário da Penteada foram notícia na comunicação social regional. Depois do DIÁRIO e da ET AL., o JM publicou ontem uma notícia com destaque na capa da edição impressa cuja manchete era "Edifício da UMa gera alerta de insegurança". Reitor continua em silêncio sobre o assunto, sem fazer declarações à comunicação social.

Num trabalho da jornalista Bruna Nóbrega do JM, com a fotorreportagem de Diogo Monteiro, ficou retratado, pela terceira vez em menos de uma semana, os problemas estruturais que o Campus Universitário da Penteada enfrenta e que não têm merecido a intervenção da Instituição. Estudantes e funcionários da Academia têm relatado os problemas que são antigos e notórios para todos que visitam, trabalham ou estudam nos edifícios do complexo universitário.

Uma visita guiada pela Residência

A minha chegada na residência universitária foi, digamos, diferente. O segurança que recebe os estudantes em mobilidade e os demais residentes do estrangeiro apenas fala Português. Quando cheguei, o quarto

Ricardo Freitas Bonifácio, Presidente da Direção da ACADÉMICA DA MADEIRA, indicou ao jornal que “longo dos anos têm sido noticiadas pelo acidentes que têm acontecido com os visitantes e com a comunidade”, existindo “avisos sobre a queda de pedras da fachada do edifício foram afixados para precaução dos transeuntes”. De acordo com o dirigente universitário, as “queixas dos estudantes são frequentes, mas o pior é o sentimento de decepção face aos vários anos que alguns problemas se prolongam”. No seu entender, há situações de “fácil resolução, como a substituição de lâmpadas e de lajes do pavimento”.

Para o líder estudantil, “um dos pontos que desperta maior preocupação acaba sendo a falta de iluminação que acentua a insegurança, pois temos que considerar que, em especial no inverno, várias aulas terminam durante a noite e os estudantes, para chegarem até as paragens de autocarros, ou às suas viaturas, acabam percorrendo uma grande distância com vários trechos sem iluminação”. Além disso, a “fachada do edifício do antigo CITMA também desperta forte preocupação pois, pelos avisos colocados pela Universidade, representa um risco para pessoas e viaturas”.

A ACADÉMICA DA MADEIRA, como destacou Ricardo Freitas Bonifácio, “tem feito intervenções para sensibilizar e resolver algumas situações. Além das intervenções que realizámos no interior da Universidade, também já fizemos algumas no seu exterior, como a manutenção e limpeza de canteiros e a colocação de bancos no pátio, permitindo a criação de algum conforto no exterior que não possuía esse tipo de valência”.

Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotografia de Iz zy

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