Yannick é a sugestão do Screenings Funchal
Quentin Dupieux desafia as normas ao retratar o seu próprio pesadelo: aborrecer o público. O filme está em cartaz na NOS Madeira, nesta sexta e sábado, 21 e 22 de junho.
Quentin Dupieux desafia as normas ao retratar o seu próprio pesadelo: aborrecer o público. O filme está em cartaz na NOS Madeira, nesta sexta e sábado, 21 e 22 de junho.
Toda a gente tem a sua quimera, algo que tenta alcançar, mas nunca consegue encontrar. A QUIMERA de Alice Rohrwacher é a sugestão do Screenings Funchal, numa parceria com os Cinemas NOS e a ACADÉMICA DA MADEIRA, para sexta e sábado, 14 e 15 de junho.
Rosa, 20 anos, deixa os dois filhos em Cabo Verde para se instalar na Reboleira, um bairro pobre de Lisboa. Começa a trabalhar num bar para enviar dinheiro para os filhos, enquanto tenta criar uma carreira na música. Contudo, a sua personalidade marcante não é bem vista no bairro onde vive.
A exibição de VIA NORTE de Paulo Carneiro contará com o complemento da exibição da curta-metragem ENGINE de Miguel Ildefonso.
Quais as implicações de sermos expostos a bilhões de imagens todos os dias que competem pela nossa atenção? Esta longa-metragem é um mergulho no vasto oceano histórico da cultura dos médias. “Máquina Fantástica” de Alex Danielson e Maximilien Van Aertryck oferece um estudo emblemático de cinema e da história social.
Este documentário instigante da realizadora Kaouther Ben Hania adota um conceito audacioso para narrar a história de Olfa Hamrouni e as suas quatro filhas.
Angela percorre Bucareste para fazer um vídeo sobre a segurança no local de trabalho, encontrando situações absurdas. Uma delas, muda completamente o projeto desta profissional.
Em 1858, no bairro judeu de Bolonha, os soldados do Papa invadem a casa da família Mortara. Têm ordem do inquisidor para levar um dos filhos, Edgardo, de sete anos.
Alaina está cansada de ser polícia na reserva de Pine Ridge e decide deixar de atender o rádio. A sua sobrinha Sadie passa uma longa noite à sua espera, sem sucesso. Magoada, decide iniciar a sua viagem com a ajuda do avô.
Em 1946, Cabeço da Raia, em Chaves, viu-se cercada pela Guardia Civil, o Exército Português, a PIDE e a GNR e atacada a tiros de morteiro. Esta é a memória de pessoas da aldeia, dados pela primeira vez, após 50 anos obrigadas ao silêncio sem falar deste episódio trágico.