A escritora Dulce Souza Gonçalves foi distinguida com o Prémio Agustina Bessa-Luís pelo seu romance O Processo, atribuído pela Estoril Sol. Este galardão, que pretende promover novos talentos na literatura portuguesa, reconheceu a originalidade e profundidade da obra de Gonçalves, destacando-a entre as candidaturas apresentadas.
A obra explora as complexidades da natureza humana através de uma narrativa envolvente que combina elementos de mistério e introspeção psicológica. O Processo tem sido elogiado pela crítica pela sua capacidade de cativar o leitor e pela profundidade dos temas abordados, refletindo a maturidade literária da autora.
ACADÉMICA DA MADEIRA vence o prémio nacional
A Bolsa de Voluntariado, criada pela ACADÉMICA DA MADEIRA, foi distinguida com o prémio Boas Práticas Associativismo Jovem, na categoria de Associativismo Estudantil, do Instituto Português de Desporto e Juventude, a 5 de dezembro de 2024, em Viseu.
O premiado REFÚGIO DE GIBRALTAR chegou aos leitores
A obra vencedora do Prémio Literário da Cidade do Funchal – Edmundo Bettencourt, REFÚGIO DE GIBRALTAR, de Berta Helena, foi lançada
Dulce Souza Gonçalves, natural de Lisboa, tem vindo a afirmar-se no panorama literário nacional com uma escrita que alia sensibilidade e rigor estilístico. A atribuição deste prémio reforça a sua posição como uma das vozes emergentes mais promissoras da literatura portuguesa contemporânea.
O Prémio Agustina Bessa-Luís, instituído em 2008, tem como objetivo incentivar a criação literária e homenagear a memória da escritora que lhe dá nome. A distinção de O Processo reafirma o compromisso da Estoril Sol com a valorização da cultura e da literatura em Portugal, promovendo o surgimento de novos autores e obras de qualidade, de acordo com a organização.
Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotografia de Clay Banks.