Afinal, o que significa estudar na Ilha da Madeira?

Para alguns é apenas um prolongamento do Secundário que culmina num mero estatuto social. Para outros, uma aventura!

A Universidade da Madeira e outras instituições de ensino superior madeirenses possuem uma vasta oferta formativa para variados gostos, possibilidades e contextos. Mas será que estamos em pé de igualdade com o território continental, ou até mesmo internacional?

Para quem chega, a ilha pode revelar-se o palco de uma cultura tradicional onde o choque se preconiza numa adaptação lúdico-urbana. A verdade é que o local de origem do estudante condiciona a sua experiência, fazendo das expectativas cenários onde há sempre lugar para a redescoberta e a permuta de conhecimentos nos demais contextos e interações.

No ponto de vista dos pais ou tutores, o facto de os seus filhos permanecerem na ilha traz certas vantagens como: A segurança nas ruas, a quietude social, o aconchego familiar e o factor económico. Contrariamente, o custo de oportunidade de não ingressar em centros com ranking superior, a oferta limitada e o plano de estudos, que poderá não estar de acordo com o que pretendemos aprender, surgem no outro prato da balança.

Mas estudar não é apenas sinónimo de conteúdo académico! Significa igualmente um caminho onde cada experiência conta. A ilha da Madeira proporciona um vasto leque de possibilidades: desde os centros históricos, à arquitetura que vagueia entre o antiquado e o contemporâneo, às altitudes que sustêm a respiração, às calçadas, aos jardins, aos sotaques, aos ínfimos recantos desta ilha haverá sempre conhecimento a transbordar! E tudo isto provoca a crítica e a audácia num estudante.

Seja qual for a razão que leva um aluno a permanecer ou a viajar para esta ilha, não sairá sabendo menos do que antes, e deve antes entender que em cada palavra de um docente há algo a algum fundamento de erudição.

Natália Guiomar Barbosa

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