Procurar
Close this search box.
Procurar
Close this search box.

Lá fora

Tudo o que envolve o Ensino Superior, em Portugal e no mundo, mas é protagonizado fora da Madeira.

  • All Posts
  • Lá fora
Um programa de formação… remunerado!
17 de Julho de 2022

No outono de 2022, com uma duração de 16 meses, a Asseco PST promoverá o seu programa para formação, com remuneração aos participantes, em Banking Software Development. O recrutamento ocorre entre julho e agosto de 2022, tendo vagas limitadas. Com 20 anos de implementação, o programa de formação de Trainees em Programação e Desenvolvimento de Software, com a Asseco PST, terá oito meses de formação em sala, acrescido de mais oito meses de formação integrada em equipas de desenvolvimento. Nesse quadro, os colaboradores da Asseco PST promoverão um contato diário, proporcionando uma experiência direta com profissionais experientes e uma vivência real do quotidiano de uma software house. Os formandos ganham competências em programação, nas linguagens RPGLE/CLLE e em sistemas IBM i. Conforme adiantou a empresa, o programa acaba por permitir, aos seus participantes, uma oportunidade de carreira na multinacional. Depois de 12 meses de formação, os formandos aprovados passam a integrar os quadros de trabalhadores da empresa, fazendo parte de uma das suas equipas de desenvolvimento. Tanto os graduados em engenharia informática, como os candidatos com formação superior em outras áreas da engenharia ou das ciências exatas, são potenciais candidatos ao programa. A Asseco PST adianta que “o denominador comum para todos os candidatos é o interesse pelo mundo das tecnologias e a motivação para programar”. O processo de seleção dos candidatos é composto por três fases: análise do currículo e da formação base, aplicação de testes psicotécnicos de aptidões e uma entrevista de seleção. A Asseco PST, criada em 2018, tem a sua génese na Promosoft, empresa madeirense estabelecida há 33 anos. Entre o Funchal, Lisboa, Luanda e Maputo, a empresa possui mais de 500 colaboradores. Ana Olival, doutoranda em Química da Universidade da Madeira, está a completar a segunda parte do programa que refere permitir “aprender uma linguagem de programação” acessível a pessoas sem formação de base em tecnologia da informação. Além disso, como testemunha, o facto da formação ser remunerada, evidencia a vontade da empresa em investir “no desenvolvimento do capital humano”. As candidaturas deverão ser remetidas para o endereço recruitment@pst.asseco.com, acompanhas do currículo do candidato. Luís Eduardo Nicolau ET AL. Com fotografia de Nubelson Fernandes.

O NFT´S (Non-Fungible Tokens) e o direito do consumo
12 de Julho de 2022

A tecnologia, nas últimas duas décadas, evoluiu a um ritmo alucinante. Comparando a evolução atual com a existente no século XX, constata-se que estamos a caminhar de modo proporcionalmente mais acelerado. Destaca-se, desta evolução, o desenvolvimento da robótica, da domótica e dos sistemas de inteligência artificial. A evolução acentuada da tecnologia, área de que nos iremos ocupar na exposição do presente artigo, trouxe consigo grandes desafios ao Direito, enquanto ciência que se dedica à construção de um sistema jurídico composto por princípios e normas. Os problemas emergem, sobretudo e de modo mais expressivo, quando estão em causa realidades incorpóreas e atuais (leiam-se, digitais), atendendo, quer ao tempo que a compreensão desta realidade digital exige, quer à dificuldade subjacente à configuração técnico jurídica e à aplicabilidade das normas a essa realidade. Dirigindo a atenção, aprimoradamente, para o cerne do presente artigo, importa explorar a realidade dos NON-Fungible Tokens (NFT´S) que, numa tradução mais simplista, consiste em “fichas” não fungíveis, únicas, não passíveis de serem replicadas. Os tokens constituem um tipo de criptoativos “criptografados”, que asseguram determinada informação única. Quando falamos em criptoativos, a figura que nos surge é, desde logo, a das criptomoedas, que, embora partilhem da mesma base – o sistema de blockchain (1) – divergem quanto à sua teleologia. Ainda assim, é na blockchain da Ethereum (2) que é registada a maioria dos NFT´S. O sistema blockchain opera descentralizado, através da arquitetura peer-to-peer, validando os tokens que, por sua vez, identificam determinado “objeto”, conferindo-lhe um certificado digital de autenticidade. Os NFT´S encontram-se indissociados de determinada realidade concreta, como por exemplo, uma imagem, uma pintura, uma música, uma obra de arte, um jogo, um tweet, uns memes, etc. Alguém que possui um NFT é titular de um determinado objeto ou direito. Pela sua similitude, e como já referido, os NFT’S não são fungíveis, ou seja, não podem ser trocados, nem substituídos, uma vez que são exclusivos. É, pois, pelas suas características de exclusividade que se registam alegadas vendas milionárias. (3) Portanto, existe, hoje, um conjunto de “objetos” imateriais, cujos direitos se encontram “tokenizados” através dos NFT´S. O Direito do Consumo e os NFT´S Associando esta temática ao Direito do Consumo, impõe-se fazer uma breve contextualização histórico-jurídica do surgimento deste ramo do direito, em Portugal. O Direito do Consumo é um ramo do Direito que se dedica à regulamentação das relações jurídicas entre os consumidores e os Agentes Económicos. Como todos os ramos do direito, este destina-se a regulamentar relações jurídicas, no caso, de consumo, conferindo direitos e deveres, não só aos consumidores, mas também aos agentes económicos. É comummente aceite, pela doutrina, que o Decreto-Lei n.º 161/77 foi o primeiro diploma de direito do consumo em Portugal, embora este não tenha contemplado a referência expressa ao consumidor. A “expressão” direito do consumidor surge, em Portugal, por intermédio da Lei n.º 29/81, que aprovou a Lei de Defesa do Consumidor. No ano seguinte, na revisão Constitucional de 1982, a Lei fundamental plasmou os primeiros direitos dos consumidores. Por esta ocasião, os…

Think Technology. Design the Future
10 de Julho de 2022

Estão abertas as candidaturas à 13.ª edição do concurso de ideias, Fraunhofer Portugal Challenge! Think Technology. Design the Future. é o tema desta edição em que o Fraunhofer Portugal Challenge volta a premiar as melhores ideias, baseadas em teses de Mestrado e Doutoramento, realizadas em universidades portuguesas. Este ano, o Fraunhofer Portugal Challenge vai distinguir as ideias inovadoras, de base tecnológica, com uma visão sustentável para o futuro de todos. A importância de uma produção e consumo sustentáveis, a sustentabilidade dos processos, o reforço da capacidade para o alerta precoce e redução de riscos de saúde, o acesso universal e equitativo a água potável, são desafios urgentes. A ciência e a tecnologia são os principais aliados dos candidatos ao Fraunhofer Portugal Challenge na procura de contributos para estes desafios. As candidaturas estão abertas e podem ser submetidas aqui, até dia 31 de julho. Serão aceites candidaturas baseadas em teses de mestrado e doutoramento que tenham sido submetidas para defesa nos anos letivos de 2020-2021 e 2021-2022. O objetivo deste concurso é distinguir os melhores trabalhos de investigação com utilidade prática desenvolvidos em Portugal. Trata-se de um concurso de ideias organizado anualmente, pela associação Fraunhofer Portugal, e é dirigido a estudantes e investigadores de todas as universidades portuguesas. As ideias a concurso devem contemplar uma vertente prática, ou seja, devem ser orientadas para o mercado, com aplicabilidade na indústria ou no quotidiano da vida das pessoas. A oportunidade está lançada e a Fraunhofer Portugal volta a desafiar a criatividade dos cientistas portugueses. As melhores ideias de base tecnológica e focadas em soluções sustentáveis para os desafios mais prementes nas áreas da produção e da indústria, da agricultura, da gestão de recursos naturais ou da promoção do bem-estar, vão ser galardoadas. O concurso envolve duas categorias, Mestrado e Doutoramento, sendo premiados três finalistas em cada uma delas (seis no total). O valor global dos prémios científicos é de 9 mil euros. Para mais informações, consultar o portal do Challenge. Raquel Rodrigues Fraunhofer Portugal AICOS Com fotografia de Med Badr Chemmaoui.

Docente da Universidade de Aveiro diz que comunidade LGBTI+ é “lixo humano”
2 de Julho de 2022

Um grupo de estudantes da Universidade de Aveiro (UA) está a preparar uma ação para protestar contra o comportamento de um professor daquela instituição que dizem ter um discurso de “ódio” e “discriminação”. A Associação Académica da Universidade de Aveiro emitiu um comunicado, a 29 de junho, afirmando um “total repúdio” pela “ameaça a integridade e bem-estar”. Perante afirmações de um docente da UA que caracterizou a comunidade LGBTI+ de “lixo humano”, que conduz à “decadência civilizacional”, a reitoria emitiu um comunicado que transcrevemos abaixo. A UA defende a liberdade de expressão e de opinião, consagrada na Constituição da República Portuguesa, reconhecendo a separação das esferas pessoal e profissional. Ciente, porém, da importância que um ambiente de respeito e confiança tem para o bom funcionamento da Instituição, a Universidade saberá avaliar quaisquer condutas que possam interferir com esses últimos valores e propósitos e que se repercutam negativamente na imagem da instituição — e atuará em conformidade, com rapidez e firmeza. A Universidade de Aveiro é hoje reconhecidamente um espaço onde se cruzam diferentes mundividências e onde se promove ativamente a cooperação, a diversidade e a tolerância e onde convivem mais de 90 diferentes nacionalidades. Não são por isso de tolerar discursos de ódio, de discriminação ou de incitação à violência, qualquer que seja a sua natureza, origem ou contexto. Somos quase 20 milhares de pessoas, incluindo 3 milhares de bolseiros, professores, investigadores e pessoal técnico, administrativo e de gestão, empenhados em construir um futuro melhor — no absoluto respeito pelos valores da dignidade e igualdade da pessoa humana, como aliás se encontra estatutariamente estabelecido. Todos os membros da comunidade académica que em qualquer contexto temam pelo incumprimento dos referidos princípios podem e devem comunicar fundamentadamente a apreensão, utilizando para tal os canais formais existentes (e-mail do Reitor; Canal Pergunta ao Reitor; Provedor do Estudante). Todas as comunicações merecerão a devida consideração e reserva e, sendo o caso, atuação adequada. Universidade de Aveiro com ET AL. e Lusa e fotografia de Matia Rengel.

O Dia da Madeira celebrado com Max e o folclore regional
1 de Julho de 2022

Os FATUM, o grupo de fados da ACADÉMICA DA MADEIRA, apresentam o segundo videoclipe do seu novo álbum, TRIBUTO. Numa colaboração com o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha, os FATUM celebram a cultura madeirense, através de um dos seus intérpretes mais conhecidos, Max. Na data que a Assembleia Regional decretou como Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, os dois conjuntos tornam público o videoclipe da conhecida música “Ó Ai Menina Ó Ai” de João Nobre e Joaquim Luiz Gomes, popularizada pelo mundo na voz de Maximiano de Sousa, Max. Ainda é pouco conhecida pela população as razões da celebração daquele que ficou popularizado como o Dia da Madeira. Citando o cronista Francisco Alcoforado, o historiador Rui Carita, no 1.º volume da HISTÓRIA DA MADEIRA, refere que, após a chegada da expedição liderada por João Gonçalves Zarco, foi “no outro dia” que realizaram a primeira missa na Madeira, no dia 2 de julho de 1420. Trata-se de um dos relatos que serviram para que se disseminasse o dia 1.º de julho como data do primeiro desembarque da expedição de Zarco na ilha. São conhecidas, entre os historiadores modernos, algumas reticências e discordâncias sobre o estabelecimento exato de um ano, mês e dia para esse acontecimento, nas tentativas de fixação de uma certidão de nascimento para a ilha. Certo é que, em 1979, o decreto regional n.º 27/79/M, de 9 de novembro, considerou o dia 1 de julho como “dia da descoberta da Madeira”, decretando-o como “feriado da Região Autónoma da Madeira”, começando a ser assinalado em 1980. Quase dez anos depois, em 1989, o decreto legislativo regional n.º 1/89/M, de 2 de fevereiro, referia que o II Congresso das Comunidades Madeirenses “se pronunciou, por unanimidade, no sentido de o dia 1 de Julho ser também Dia das Comunidades Madeirenses”. Foi, assim, estabelecido o Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses. Conforme o historiador Paulo Miguel Rodrigues refere no seu DICIONÁRIO BREVE DA HISTÓRIA DA AUTONOMIA DA MADEIRA, desde o início a data foi celebrada com uma sessão solene na Assembleia Regional e um Te Deum na catedral, acrescentando-se, em 1987, a deposição de flores no Monumento à Autonomia. Não restam dúvidas sobre o papel de Max, tal como do Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha, em Portugal e em dezenas de países que os receberam, na difusão da cultura madeirense. Luís Eduardo Nicolau ET AL. Com fotografia de Salvador Freitas.

Quando D. Quixote afrontou a cultura nazi: Carlos Martins
20 de Junho de 2022

MADEIRA MAR DE NUVENS, da autoria de Carlos Martins, é o n.º 12 da coleção ILUSTRES (DES)CONHECIDOS, editada pela IMPRENSA ACADÉMICA e já disponível nas principais livrarias do país. A IMPRENSA ACADÉMICA descreve a obra como “uma sofrida aventura que prende o leitor até à última página”. MADEIRA MAR DE NUVENS é um dos seis lançamentos da editora da ACADÉMICA DA MADEIRA para o verão de 2022. “Não me arrependo de nada do que fiz na vida. Amei, comi, bebi, diverti-me, estou satisfeito”. Foi dessa forma que Carlos Martins era citado pelo jornalista Luís Calisto, do Diário de Notícias, na reportagem “Cavalgadas Boémias em mar de nuvens: a vida fascinante do estroina mais famoso da Madeira: o escritor Carlos Martins”, publicada a 15 de maio de 1983, menos de dois anos antes da morte do autor. Carlos de Freitas Martins, que seria descrito como um bon vivant, nasceu em 7 de abril de 1909, na freguesia da Sé. Aos 12 anos foi institucionalizado num colégio interno, na Figueira da Foz, passando depois por outros em Lisboa, Londres, Manchester, Berlim e Hamburgo, apenas regressando aos 17 anos. Algum tempo depois, ruma para Angola. Foi nessa colónia que casou, logo aos 19 anos, tendo-se divorciado em pouco tempo. Serão cinco os casamentos da sua vida. Na reportagem de Luís Calisto foi relatado o episódio “Zaragata Monumental”, ocorrido em 1938, quando Carlos Martins voltara à Madeira. Foi a revista londrina Cavalcade (1936-1950) que noticiou um incidente que ilustrou o “cavalheiro português” como um herói contra os nazis, “os bárbaros do norte”. Quando a Segunda Guerra Mundial teve início, Carlos Martins vivia no antigo hotel Savoy, numa vida boémia que iria marcar as décadas seguintes. Como explicou a IMPRENSA ACADÉMICA, seria “preso dezenas de vezes por se mostrar publicamente embriagado e por ser desordeiro, chegando a ser internado no manicómio do Trapiche durante dois anos. De lá se evadiu para acabar novamente capturado e preso mais um mês”. Carlos Martins passaria vários anos no Monte, na Quinta Monteverde. Foi esse o local da sua entrevista ao Diário de Notícias e onde viria a falecer, a 25 de janeiro de 1985. MADEIRA MAR DE NUVENS, editado em 2022 pela IMPRENSA ACADÉMICA, conta com o prefácio de Thierry Proença dos Santos, intitulado “Carlos Martins, o escritor esquecido de uma literatura de entretenimento e transgressão”. O posfácio, “Língua, natureza, sociedade e cultura em Madeira – Mar de Nuvens de Carlos Martins” é assinado por Helena Rebelo. De acordo com nota da IMPRENSA ACADÉMICA, a obra “mistura a ficção com recordações da atribulada juventude de Carlos Martins: a família rica e de prestígio, os desnorteios e as suas andanças de um lado para o outro, as experiências que teve e as paixões exacerbadas, que lhe valeram uma mão cheia de casamentos, todos de curta duração”. O protagonista, Fernando Porto Moniz, “é um homem de paixões fortes que se envolve com uma estrangeira chamada Ramona. Ambos são jovens, elegantes e de fortuna e vivem um romance idílico entre valsas…

Projeto “Be Young, be Cool” promete tonificar este Verão
19 de Junho de 2022

No âmbito da política Desportiva e Juvenil do Município do Funchal, a Câmara Municipal do Funchal promove um ciclo de eventos de animação sociocultural, dirigido à população jovem, aos sábados à tarde, entre 28 de maio e 30 de julho (2 meses), das 17:00 às 20:00, no Jardim Municipal da Ajuda. Neste evento promove-se atividades lúdicas, radicais e formativas em áreas de interesse para os jovens do nosso município. Propositando-se a proporcionar experiências que possam incutir a prática de hábitos de vida saudáveis e sustentáveis à comunidade mais jovem, este evento decorre gratuitamente. No sentido de envolver a juventude e as associações juvenis do município, durante estes eventos decorrerão workshops dinamizados pelas mesmas tendo em conta as suas linhas de ação. Por entre as várias atividades, a partir de sábado, no Jardim da Ajuda, será possível experienciar, por exemplo: “Led Wall; E–Sports; Parede de escalada insuflável; Petanca; Tiro ao arco e ao alvo (paint ball); Slide/Tirolesa; Jogos tradicionais; Bumper balls em campo insuflável; Orientação; Slack lines; Circuito Laser Tag; Mini-golfe; Team building; Mega escorrega; Ringue de gladiadores e Radicais”. Assim, as atividades serão desenvolvidas aos sábados, a partir do próximo dia 28 de maio, nos dias 4, 11, 18 e 25 de junho e ainda nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 de julho. De referir ainda que este projeto se encontra em linha com a estratégia municipal para a juventude – Plano Municipal de Juventude do Funchal, enquadrando-se especificamente nos Objetivos para a Juventude do Funchal (FunGoals) número 3 – “Qualidade de vida para todos”, número 4 – “Cidade Verde e Sustentável”, número 5 – “Cidadania e participação juvenil” e ainda o Objetivo número 7 – “Cultura e lazer para todos”. Com estas atividades, a Câmara Municipal do Funchal está a dar o seu contributo para a promoção do Plano Municipal de Juventude, nomeadamente os 7 FunGOALS nele expressos, entre eles, “a Melhoria da Qualidade de Vida dos Jovens Munícipes, o desenvolvimento de uma Cidadania Ativa e Participativa, a Cultura e Lazer para todos, como, também, a aposta numa de Cidade Verde e Sustentável, uma vez que promove a utilização dos seus Espaços Verdes, de convívio e lazer”, refere Bruno Pereira. Para mais informação, consulte aqui. Câmara Municipal do Funchal