Portugal e Estados Unidos podem ser ainda mais decisivos no desenvolvimento da tecnologia e inovação no mundo

A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, visitou a Carnegie Mellon University, em Pittsburgh, nos Estados Unidos da América.

«Importa agora olhar para o futuro, e o futuro, gostava eu, que permitisse a continuação desta parceria pelos próximos anos», afirmou a Ministra na sua intervenção dedicada ao balanço da 3.ª fase do Programa CMU Portugal, acrescentando que «se assim for tenho a certeza de que Portugal e os Estados Unidos da América podem ser ainda mais decisivos e fundamentais no desenvolvimento da tecnologia e inovação no mundo».

A parceria, criada em 2006, tem contribuído para aumentar o impacto do conhecimento e da ciência na economia, em particular no tecido empresarial e industrial português.

Um caso de sucesso, conforme apelidado pela Ministra, que destacou que o Programa CMU Portugal «apoiou a criação e desenvolvimento de 26 startups, encabeçadas por professores, estudantes e ex-alunos. Entre essas empresas, duas são líderes de mercado nas áreas nas quais desenvolvem o seu modelo de negócio e em áreas tão cruciais como a digitalização, a inteligência artificial, mobilidade, entre outras».

“mais decisivos no desenvolvimento da tecnologia e inovação no mundo”

Citando dados da avaliação intercalar à 3.ª fase desta parceria internacional, realizada por um painel externo, Elvira Fortunato revelou que o programa, incluindo na iniciativa goPortugal – Global Science and Techonology Partnerships Portugal, permitiu a criação de 1500 empregos graças ao apoio a 26 empresas.

Observação Científica como Técnica de Recolha de Dados

A observação corresponde à ação de observar. É uma ponderação cuidadosa acerca de uma situação, de forma a ficar mais esclarecido em relação à mesma. Pode ter também uma apreciação ou pesquisa (Costa & Melo, 1984). A observação, sob um ponto de vista científico, é uma técnica de recolha de

A Ministra salientou ainda a importância do programa para os estudantes de Doutoramento que têm recebido bolsas no âmbito da parceria e que têm desenvolvido a sua investigação dividindo o tempo entre aquela universidade norte-americana e as empresas afiliadas do programa. «Trata-se da atribuição de dezenas de bolsas a centenas de estudantes com o envolvimento de diversas empresas», referiu.

Texto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Com fotografia de Jocelyn Allen.

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