João Sàágua defendeu no PÚBLICO que a fusão da FCT com a ANI representa uma oportunidade para reforçar a eficácia e articulação do sistema científico nacional, recusando visões pessimistas sobre a reforma.
João Sàágua defendeu no PÚBLICO que a fusão da FCT com a ANI representa uma oportunidade para reforçar a eficácia e articulação do sistema científico nacional, recusando visões pessimistas sobre a reforma.
Manuel Heitor defende, em artigo no PÚBLICO, que a extinção da FCT e a criação da nova Agência para a Investigação e Inovação são uma medida de “cosmética institucional” que ignora os verdadeiros desafios da ciência em Portugal.
João Ramalho-Santos considerou no PÚBLICO que a extinção da FCT era inevitável, mas alertou que a nova agência não pode sacrificar a ciência em nome da inovação.
Segundo a FNAEESP, a obrigatoriedade do exame nacional de Português contribuiu para a redução do número de candidatos ao ensino superior, aliando-se ao aumento dos custos e à incerteza sobre as propinas.
Investigadores criticam a fusão da FCT com a ANI, alertando para a falta de consulta à comunidade científica e para os riscos de perda de autonomia e de foco na investigação fundamental.
Joaquim Brigas considerou no PÚBLICO que a extinção da FCT está em sintonia com a prioridade do Governo em apostar na investigação aplicada, reforçando a ligação entre instituições de ensino superior e empresas, sobretudo nas regiões de baixa densidade.
A FCT propôs o financiamento de 1.550 bolsas de doutoramento em 2025, com uma taxa de aprovação de 37%, destacando o reforço das candidaturas em ambiente não académico e um investimento total de 133 milhões de euros.