A Orquestra Clássica da Madeira inicia o ano de 2026 com um concerto integrado na sua Temporada de Música de Câmara, protagonizado pelo Quarteto de Cordas Atlântico. A atuação está marcada para sábado, dia 10 de janeiro, às 18h, no Hospício da Fundação Princesa Dona Maria Amélia, espaço de reconhecido valor histórico e social na cidade do Funchal, parceiro regular da atividade cultural da Orquestra.
O programa do concerto propõe um diálogo entre diferentes épocas e linguagens musicais. Do período clássico, será interpretada uma obra de Wolfgang Amadeus Mozart, enquanto o século XX estará representado por composições de Ennio Morricone e Astor Piazzolla, num percurso que cruza a escrita camerística com referências ao cinema e à música de inspiração popular, oferecendo ao público um repertório diversificado e acessível.
Concerto celebra sonoridades do século XX
Concerto do ensemble “Madbrass 7 & Percussão”, no Saccharum Hotel, leva ao público a energia dos metais e da percussão com obras do século XX num serão de excelência artística e sonora.
Orquestra Clássica encerra 2025 com concerto sinfónico
A Orquestra Clássica da Madeira despede-se de 2025 com o tradicional Concerto de Fim de Ano, sob a direção de Gianluca
O Quarteto de Cordas Atlântico nasceu no seio da Orquestra Clássica da Madeira com o objetivo de explorar o vasto repertório escrito para esta formação ao longo de mais de três séculos de história da música. Composto por Natacha Guimarães e Joana Costa nos violinos, Marta Morera na viola e Jaime Dias no violoncelo, o quarteto distingue-se pela versatilidade e pela capacidade de adaptação a diferentes contextos artísticos e espaciais, mantendo elevados padrões interpretativos.
Este concerto assume também um valor simbólico pela ligação à Fundação Princesa Dona Maria Amélia, instituição com uma longa tradição de intervenção social e educativa na Região Autónoma da Madeira. A Orquestra Clássica da Madeira, que se aproxima dos seus 62 anos de existência, sublinha assim o seu compromisso com a valorização do património, a formação de públicos e a criação de pontes entre a música erudita e a comunidade, convidando o público a partilhar um fim de tarde marcado pela escuta atenta e pela fruição cultural.
Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotografia de Studio Blackthorns.