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Orquestra Clássica da Madeira abre 2026 com concerto do Quarteto de Cordas Atlântico

Orquestra Clássica da Madeira abre 2026 com concerto do Quarteto de Cordas Atlântico

Concerto de música de câmara da Orquestra Clássica da Madeira, com o Quarteto de Cordas Atlântico, propõe um encontro entre o clássico e o moderno num espaço histórico do Funchal.

A Orquestra Clássica da Madeira inicia o ano de 2026 com um concerto integrado na sua Temporada de Música de Câmara, protagonizado pelo Quarteto de Cordas Atlântico. A atuação está marcada para sábado, dia 10 de janeiro, às 18h, no Hospício da Fundação Princesa Dona Maria Amélia, espaço de reconhecido valor histórico e social na cidade do Funchal, parceiro regular da atividade cultural da Orquestra.

O programa do concerto propõe um diálogo entre diferentes épocas e linguagens musicais. Do período clássico, será interpretada uma obra de Wolfgang Amadeus Mozart, enquanto o século XX estará representado por composições de Ennio Morricone e Astor Piazzolla, num percurso que cruza a escrita camerística com referências ao cinema e à música de inspiração popular, oferecendo ao público um repertório diversificado e acessível.

Concerto celebra sonoridades do século XX

Concerto do ensemble “Madbrass 7 & Percussão”, no Saccharum Hotel, leva ao público a energia dos metais e da percussão com obras do século XX num serão de excelência artística e sonora.

O Quarteto de Cordas Atlântico nasceu no seio da Orquestra Clássica da Madeira com o objetivo de explorar o vasto repertório escrito para esta formação ao longo de mais de três séculos de história da música. Composto por Natacha Guimarães e Joana Costa nos violinos, Marta Morera na viola e Jaime Dias no violoncelo, o quarteto distingue-se pela versatilidade e pela capacidade de adaptação a diferentes contextos artísticos e espaciais, mantendo elevados padrões interpretativos.

Este concerto assume também um valor simbólico pela ligação à Fundação Princesa Dona Maria Amélia, instituição com uma longa tradição de intervenção social e educativa na Região Autónoma da Madeira. A Orquestra Clássica da Madeira, que se aproxima dos seus 62 anos de existência, sublinha assim o seu compromisso com a valorização do património, a formação de públicos e a criação de pontes entre a música erudita e a comunidade, convidando o público a partilhar um fim de tarde marcado pela escuta atenta e pela fruição cultural.

Carlos Diogo Pereira
ET AL.
Com fotografia de Studio Blackthorns.

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