A Fundação Inês de Castro, de Coimbra, acaba de conceder a José Viale Moutinho o Prémio Inez de Castro. Trata-se de um galardão de consagração de carreira por decisão unânime de um júri presidido pelo ensaísta José Carlos Seabra Pereira e composto por Isabel Pires de Lima, Isabel Lucas, António Carlos Cortez e Mário Cláudio.
Anteriormente, este prémio foi atribuído a, entre outros, Manuel Alegre, Urbano Tavares Rodrigues, Vasco Graça Moura, Almeida Faria, Nuno Júdice, Maria Velho da Costa, Lídia Jorge e Gastão Cruz.
Nascido no Funchal, este escritor recebeu por duas vezes o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores, o Prémio Rosalía de Castro, do Pen Clube da Galiza, o Prémio D. Dinis, da Fundação Casa de Mateus, o Pedrón de Honra, da Galiza, os Prémios Edmundo Bettencourt de Conto e de Poesia, da Câmara Municipal do Funchal, o Prémio de Reportagem Norberto Lopes, da Casa da Imprensa de Lisboa, entre outras distinções.
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Um retrato sensível e inspirador do Padre Martins Júnior, contado e ilustrado para despertar nos mais jovens o gosto pela história, pela cultura e pelo poder transformador das palavras.
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Recentemente, pela Imprensa da Universidade de Coimbra, foi editada a antologia pessoal (22) Contos Escolhidos, com um ensaio de abertura de Leonor Martins Coelho, da Universidade da Madeira, bem como a 4.ª ed. de No Pais das Lágrimas e outros contos, comentado por Helena Carvalhão Buescu, da Universidade de Lisboa, bem como da recolha poética Os Cimentos da Noite (1975–2018). Tem obras traduzidas em russo, búlgaro, alemão, italiano, castelhano, galego, inglês, entre outros idiomas.
Texto da Fundação Inês de Castro.
