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Lá fora

Tudo o que envolve o Ensino Superior, em Portugal e no mundo, mas é protagonizado fora da Madeira.

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Uso obrigatório de máscara termina
14 de Maio de 2022

A 12 de maio de 2022 foram publicadas as conclusões do Conselho do Governo. O Conselho do Governo decidiu manter a situação de alerta na Região Autónoma da Madeira, preservando um conjunto de medidas no âmbito do combate à pandemia. Determinou, igualmente, continuar o uso de máscara em determinados espaços fechados (como lares, unidades de saúde e farmácias) e aquando da utilização pelos cidadãos de transportes coletivos de passageiros, bem como no transporte de passageiros em táxis ou similares. A resolução aprovada, que entra em vigor às zero horas do dia 15 de maio, considera que, não obstante a situação epidemiológica causada pela pandemia da doença COVID-19 apresentar uma evolução favorável na Região Autónoma da Madeira, há ainda medidas profiláticas que se devem manter. A situação de alerta na Região Autónoma da Madeira, por razões de saúde pública com o escopo de contenção da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), é renovada com efeitos a partir das 0:00 horas do dia 15 de maio de 2022 e até às 23:59 horas do dia 31 de maio de 2022. Nesta resolução, fica ainda determinada a obrigatoriedade do uso de máscara cirúrgica ou FFP2 por pessoas com idade superior a 6 anos de idade para o acesso ou permanência nos seguintes espaços, deixando de ser obrigatória nos que não estão abaixo referenciados: Em estabelecimentos e serviços de saúde, incluindo farmácias comunitárias. Em estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis, pessoas idosas ou pessoas com deficiência, bem como unidades de cuidados continuados integrados (UCCI) da Rede de Cuidados Continuados Integrados da RAM. Na utilização de transportes coletivos de passageiros, bem como no transporte de passageiros em táxi ou similares. Em plataformas e acessos cobertos a transportes públicos, incluindo aeroportos e terminais marítimos. Nos casos confirmados de COVID-19, em todas as circunstâncias, sempre que estejam fora do seu local de isolamento até ao 10.º dia após data do início de sintomas ou do teste positivo. No domingo, 15 de maio, será permitido circular, em espaços fechados, já sem máscara. Universidade da Madeira

Crise política em Moçambique
12 de Maio de 2022

A 5 de Outubro de 2017, numa pequena vila piscatória chamada Mocímboa da Praia, um grupo de indivíduos levou a cabo um ataque armado a um posto de polícia, do qual resultou a morte de 2 agentes. A imprensa local deu conta de que este ataque teria sido realizado por jovens locais, denominados de Al-Shabaab, o mesmo nome de um grupo terrorista que opera na Somália. As razões que levaram este grupo a realizar ataques em aldeias e vilas na zona de Cabo Delgado podem ser divididas em 4 factores: políticos, económicos, sociais e religiosos. Apesar de ser uma zona com diversidade religiosa, sempre houve uma tolerância e pacificidade entre os locais. No entanto, nos últimos anos, com a chegada de estrangeiros radicais, originários do Estado Islâmico, essa situação mudou. Os recém-chegados começaram a isolar-se dos restantes, criando as suas próprias mesquitas e recrutando jovens descontentes com o desemprego, a pobreza e os abusos das autoridades. Aliado a isto está, também, o facto das águas desta zona serem extremamente ricas em gás natural, que consiste num dos grandes investimentos estrangeiros na África Subsariana, e a insatisfação da população por não retirar qualquer lucro disso. Na sequência de um novo ataque a Mocímboa da Praia, em 2019, o autoproclamado Estado Islâmico reivindicou, pela primeira vez, a sua presença no país e qualificou-o como parte integrante do seu califado da África Central. Em abril de 2020, de uma só vez, numa aldeia, foram mortas 52 pessoas nas mãos deste grupo terrorista. No final do mesmo ano, na aldeia de Muatide, um campo de futebol foi transformado num campo de execuções, onde, ao longe de 3 dias, mais de meia centena de pessoas foram decapitadas, incluindo crianças. A 24 de março do presente ano, a empresa petrolífera “Total” iria recomeçar a sua atividade destinada à exploração de gás natural, na zona de Palma, quando se deu um novo ataque que espalhou o caos. No mesmo dia, cerca de 3 mil pessoas fugiram a pé e pelo mato para cidades vizinhas, mas o maior fluxo de desalojados chegou a Pemba, capital de Cabo Delgado, de barco, a uma distância de quase 400 km. Cerca de 200 pessoas refugiram-se num hotel local, Amarula. Numa tentativa de fuga, caíram numa emboscada que causou vários mortos e feridos, dos quais um cidadão português. Segundo o ministério da defesa moçambicano, dezenas de civis foram mortos. O movimento terrorista Estado Islâmico reivindicou o controlo da vila de Palma que, atualmente, já está outra vez sob controlo do exército moçambicano. Segundo relatos de habitantes locais, que admitem não voltar ali, quem disparava eram crianças. Este é considerado o ataque mais grave até ao momento. Segundo estatísticas da ONU e de várias ONG’s, os ataques preconizados pelo grupo Al-Shabaab já provocou mais de 2000 mortos em, pelo menos, 838 incidentes violentos. Cerca de 700 mil pessoas perderam as suas casas e foram obrigadas a fugir. Mais de 1,3 milhões precisam de assistência humanitária urgente. A situação sanitária também se tem agravado…

A calçada madeirense como nunca foi lida, vista e compreendida
9 de Maio de 2022

A obra CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS EM PRETO E BRANCO de João Baptista Silva, José Luís Freitas e Celso Gomes foi apresentada ao público em março, numa edição da IMPRENSA ACADÉMICA, chancela editorial da ACADÉMICA DA MADEIRA, e da Acordo Heroico. O tratuário, do francês trottoir, é o substantivo masculino que diz respeito a parte da rua destinada aos peões. Em novembro de 2015, no artigo “Tratuário” publicado pela IMPRENSA ACADÉMICA, a investigadora Aline Bazenga indicava o vocábulo como integrante do léxico regional madeirense. É o património cultural, em particular o geológico, que foi tratado em CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS EM PRETO E BRANCO, pela mão de três investigadores portugueses. Chegou, recentemente, ao cenário editorial nacional, numa edição bilíngue, em Português e Inglês. Ao longo de 340 páginas, ricamente ilustradas com fotografias de exemplares da calçada madeirense, incluindo várias imagens aéreas da autoria da Salvador Freitas, além de esquemas da autoria de José Luís Freitas, a obra trata do seu objeto enquanto amostra da geodiversidade do arquipélago, em adição ao seu papel no registo histórico e cultural da ilha. Segundo João Baptista, em declarações ao Diário de Notícias da Madeira, a “calçada madeirense constitui uma autêntica referência histórica e patrimonial do Arquipélago da Madeira e representa bem a singularidade em termos de geodiversidade dos territórios insulares respetivos”. Alertou, contudo, que essa calçada é, por vezes, confundida com a calçada portuguesa, mesmo sendo distinta em vários aspectos como na sua composição. Explicou o autor que a calçada madeirense é composta, essencialmente, por pedra rolada, seixo ou calhau, e pedra navalheira, sendo essa composição particular o fator distintivo perante qualquer outro tipo de calçada. Outro propósito da obra é a sua missão didática e prática para os profissionais da calcetaria, individuais e coletivos, sendo também um tributo para a profissão e difusão dessa arte que merece ser preservada e transmitida como vários mestres calceteiros fizeram ao longo de séculos. Como explicou João Baptista, ao Diário de Notícias da Madeira, vários mestres saíram da Madeira para diferentes pontos do globo levando a arte de “bem conceber e construir pavimentos com elementos pétreos rolados recolhidos em praias, desde a descoberta do chamado Novo Mundo“. Em nota da IMPRENSA ACADÉMICA sobre a obra, é indicado que os autores “realçam a mestria dos executantes desta arte surpreendente, os calceteiros que transportam para os pavimentos a simetria calculada matematicamente, debruçando-se sobre os motivos e os padrões que surgem nas calçadas do arquipélago ou nas que, usando os mesmos materiais, se encontram espalhadas pelo Mundo”. Na apresentação, realizada no Salão Nobre da Assembleia Legislativa Regional, o Presidente do parlamento regional, felicitando os autores, referiu que a obra “passa a ser uma referência na divulgação do nosso património cultural, em particular do património geológico”. Enaltecendo o contributo para a investigação científica, o Secretário Regional de Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, frisou que o livro “convida a população a conhecer mais a sua história”, numa representação “de pedra de toda a nossa identidade. Uma representação que não se gasta e que se…

Alex Faria reúne com a ministra Elvira Fortunato
28 de Abril de 2022

Elvira Fortunato, a nova detentora da pasta das universidades, convidou o movimento estudantil nacional para reunir no Palácio das Laranjeiras. Cerca de um mês após a tomada de posse do XXIII Governo Constitucional, a nova residente do Palácio das Laranjeiras, Elvira Fortunato, convocou as associações e federações académicas para um encontro, realizado a 22 de abril. A 30 de março de 2022 tomaram posse, além do primeiro-ministro, os 17 ministros e os 38 secretários de Estado. Elvira Maria Correia Fortunato, professora catedrática no departamento de Ciência dos Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, tomou posse como ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Com o propósito de apresentação das linhas estratégicas do Governo na área da ciência, tecnologia e ensino superior, o Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior, Pedro Nuno Teixeira, convocou as estruturas associativas para o encontro nas Laranjeiras. Outros dos assuntos na ordem de trabalhos incluíam as prioridades do Orçamento do Estado para 2022. Do Porto, de Coimbra, de Braga, de Faro, de Lisboa, de Évora, de Ponta de Delgada e do Funchal, foram vários os líderes associativos que marcaram presença no encontro, de forma remota ou presencial. O presidente da ACADÉMICA DA MADEIRA, Alex Faria, apresentou as suas preocupações sobre o funcionamento e atribuição das bolsas mérito; o universo da saúde mental no ensino superior; a falta de tratamento adequado sobre o abandono e a desistência escolar; a ausência de contrato-programas no quadro das Instituições de Ensino Superior insulares; e os constrangimentos no acesso a vários fundos comunitários pela UMa e UAç. Luís Eduardo Nicolau ET AL.

Os FATUM durante a gravação de um videoclipe, em 2021.
23 de Abril de 2022

A ACADÉMICA DA MADEIRA comemora o 10.º Aniversário dos FATUM no Teatro Municipal de Baltazar Dias, no dia 29 de abril, a partir das 21:00. Os FATUM – Grupo de Fados da ACADÉMICA DA MADEIRA sobem ao palco do Baltazar Dias para comemorar uma década de atividade, num concerto que reúne doze dos temas mais conhecidos da música portuguesa. FATUM: concerto de 10 anos O Teatro Municipal de Baltazar Dias acolheu, em anos passados, uma série de concertos designados Tributo a…, organizados pela ACADÉMICA DA MADEIRA, em conjunto com o Conselho de Cultura da Universidade da Madeira. Estas galas juntaram alunos e antigos alunos da Universidade da Madeira, em formações musicais, em interpretações de músicas imortalizadas por cinco das mais notáveis vozes da música portuguesa. Zeca Afonso, Amália, Max, António Variações e Carlos do Carmo foram os homenageados e deles, só Carlos do Carmo, o único ainda vivo, assistiu à homenagem rendida pelos universitários madeirenses, numa sala cheia de admiradores que emocionou profundamente o artista. Exibiram-se vários artistas madeirenses, a maioria amadores, e dos temas interpretados pelos FATUM procedeu-se a uma escolha criteriosa de onde resultaram os que integram o CD que será lançado no próximo dia 29 de abril. Em cada uma das cinco galas, os FATUM participaram com adaptações de músicas desses artistas, que agora foram reabilitadas para um concerto especial comemorativo dos 10 anos de atividade dos FATUM e dos 30 anos da fundação da ACADÉMICA DA MADEIRA. “Trova do vento que passa”, “Barco Negro”, “Pomba Branca”, “Adeus que me vou embora” e “Canoas do Tejo” são alguns dos temas que serão apresentados pelos FATUM, abraçando vários géneros musicais portugueses do século XX, com um certo sabor a Coimbra. FATUM Concerto de 10 anos será realizado na histórica sala de espetáculos do Teatro Municipal de Baltazar Dias, no próximo dia 29 de abril, a partir das 21:00. As entradas, a 5 euros, estão à venda na bilheteira do Teatro Municipal, ou na internet, na plataforma TICKETLINE. Em tempos de instabilidade económica, os fundos angariados reverterão para programas de apoio dedicados aos estudantes universitários da Madeira, em particular iniciativas de cariz solidário. Nota histórica dos FATUM O FATUM – Grupo de Fados da ACADÉMICA DA MADEIRA foi constituído em Janeiro de 2010, contrariando a inexistência de tradição em fazer ouvir as vozes dos estudantes que acompanhavam os trinares das guitarras de Coimbra. Há muito que a criação de um grupo desta natureza era objetivo da ACADÉMICA DA MADEIRA desejo despertado ainda em 2007, no aniversário da sua revista comemorado com uma noite de fado de Coimbra, inicialmente reservada a pessoas diretamente ligadas à Academia. O sucesso do evento levou a que este fosse aberto ao público em geral, objetivo cumprido com a recriação de uma serenata tradicional coimbrã, a Serenata Académica da Madeira, um ano depois. Os FATUM surgem, então, com o fulgor e entusiasmo deixado pelos grupos convidados a vir ao Funchal. Capas Negras, Grupo de Fados do Instituto Superior de Engenharia do Porto, Sangue Novo e…

Photo by <a href="https://unsplash.com/@ceye2eye?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">William Zhang</a> on <a href="https://unsplash.com/s/photos/prague?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText">Unsplash</a>
16 de Abril de 2022

Desde o início sabíamos que esta aventura não seria de acordo com as nossas expetativas. Contudo, isso não nos impediu que a realizássemos e consequentemente vivenciássemos uma das melhores experiências das nossas vidas. Tudo começou a 14 de fevereiro quando eu juntamente com mais três colegas, embarcámos nesta nova aventura onde passaríamos os próximos quatro meses, juntos, numa das mais belas cidades europeias, Praga. Apesar da nossa universidade se encontrar numa cidade vizinha (Pardubice), como as aulas seriam todas em formato online, achámos por certo que seria melhor ficar na capital do país, onde teríamos mais para conhecer e melhor acesso a outras cidades. Decidimos passar a primeira noite num hotel como chegávamos já de noite e ainda me lembro de chegar ao quarto e estar a indicar 17 ºC negativos no televisor… apenas um dos vários choques que sentimos durante a nossa estadia na República Checa. Após duas semanas, a situação pandémica agravou-se e a cidade entrou em confinamento durante cerca de dois meses. Apesar de tudo, conseguimos tirar proveito da cidade e conhecê-la de uma ponta à outra. Praga encontra-se situada nas margens do rio Moldava e é considerada uma das cidades europeias mais populares. Durante a nossa estadia visitámos diversos lugares e gostaria de vos falar de alguns dos meus spots favoritos na cidade. Focando-me nos monumentos, Praga está repleta de história e caráter e como tal algumas das paragens obrigatórias quando se visita esta bela cidade são o castelo de Praga, Staré Mӗsto (Cidade Velha) e a emblemática ponte (Charles Bridge) que liga o castelo à cidade. É na Cidade Velha, mais especificamente na praça, que se encontra a torre do relógio (Pražský orloj) que possui o relógio astronómico mais antigo do mundo ainda operacional. Uma das comidas tradicionais que tive oportunidade de provar e sem dúvida recomendo é o trdlo. Pode-se comer trdlo com ou sem recheio e até mesmo com gelado. Se fores a Praga e estiveres interessado nesta iguaria, recomendo passar no Sweet Dreams, na famosa rua Karlova que vai ter à Charles Bridge. Provei um com recheio a Nutella lá e é de chorar por mais! Eles também têm outras variedades de recheio, desde chocolate branco, a pistacho. Para quem não sabe, a moeda oficial da República Checa é a coroa checa, mas convertendo os preços deste aperitivo, variam entre os €2 aos €6 dependendo do que é pedido, mas acreditem não se arrependerão! Outros locais de interesse são o Museu Nacional de Praga, o centro comercial Palladium, a Torre da Pólvora e a Wenceslas Square. Praga possui diversos parques, alguns, com as melhores vistas da cidade. Recomendo passarem um fim de tarde no Riegrovysady, no Petřinské sady ou mesmo em Parukářka. Apesar das circunstâncias, foi em Praga que tive das melhores experiências da minha vida e como tal, esta cidade irá ficar para sempre no meu coração e recomendo a todos darem um saltinho a esta tão bela cidade… Ahoj! Martim Santos Estudante da UMa

Madeiran Botanical Garden
15 de Abril de 2022

During the last of my last weekends as a volunteer in Madeira, I decided to finally visit the Madeiran Botanical Garden that is located in Funchal. My and my friends woke up early on Saturday (which means it was already midday) and we packed our lunch boxes ready to discover that marvellous place. It is very easy to get to the garden. The city bus number 31 goes directly from the promenade to the destination. So we caught a bus and we arrived in approximately 20 minutes. The Garden was opened to the public in 1960. Initially, it belonged to the affluent Reid´s family, who is also an owner of one of the most exclusive hotels in Madeira. The area covers over 80,000 square meters. A single adult ticket to the Garden costs 6 euros. In front of the entrance, there is a map so we could see what is ahead of us. First of all, we went to the Museum of Natural History. There is an exhibition of various rocks and soil that can be found in fossils, minerals, insects, embalmed vertebrates and invertebrates, endemic species complementing the garden with typical species of island flowers. Then we took a walk in that marvellous garden. The garden is divided into six areas: ● Madeiran indigenous and endemic species. ● arboretum (collection of trees and shrubs). ● succulent plants. ● aggro-industrial plants. ● medicinal and aromatic plants. ● palm trees. One of the attractions of the Garden is so-called the lover’s cave. From the cave, there is a beautiful view of Funchal. Further, one of the parts of the garden is very recognizable. It can be easily found on postcards and souvenirs. It says “jardim botânico da madeira fng. Rui Vieira 1960-2021”. After almost 2 hours of admiring nature, we decided to rest for a moment and eat our lunch. We chose to chill a bit in a cafe which also has a very nice panorama of the city. We had a great company of cats in the garden that kept following us. Agnieska Volunteer from Poland, at the Colégio dos Jesuítas in Funchal, part of MADEIRAN HERITAGE program.