A contínua saída de médicos internos do SNS deixa centenas de vagas por preencher, ameaçando a qualidade dos cuidados de saúde em áreas essenciais.
A contínua saída de médicos internos do SNS deixa centenas de vagas por preencher, ameaçando a qualidade dos cuidados de saúde em áreas essenciais.
O Público desta semana aborda a pressão e as desigualdades enfrentadas por candidatos à Prova Nacional de Acesso, destacando a importância de reformas no modelo de formação médica especializada em Portugal.
O Banco de Portugal lança um concurso para desenvolver soluções inovadoras que deem uma nova utilidade a resíduos de notas de euro, promovendo sustentabilidade e economia circular.
A falta de médicos de família em Portugal atingiu 1,7 milhões de utentes em 2023, agravando a pressão sobre os serviços de saúde e colocando em risco a sustentabilidade do SNS, segundo o Conselho das Finanças Públicas.
A preparação para a Prova Nacional de Acesso (PNA), realizada ontem, mergulha estudantes de Medicina em stress e ansiedade, com relatos de exaustão física e mental, desafios logísticos e pressão extrema para garantir vagas nas especialidades mais concorridas, segundo o Expresso.
A preparação para a Prova Nacional de Acesso (PNA), que será feita hoje, movimenta milhares de euros em cursos, materiais e estadias, refletindo a pressão extrema sobre os futuros médicos para garantirem vagas nas especialidades mais desejadas, segundo o Expresso.
Dois terços das vagas para médicos de família no SNS ficaram por preencher, agravando a falta de profissionais e deixando 1,5 milhões de utentes sem médico atribuído, segundo o Público. A própria ministra da Saúde reconheceu o modelo de contratação não teve bons resultados.