A utilização de inteligência artificial no ensino superior português avança mais depressa do que a definição de normas institucionais.
A utilização de inteligência artificial no ensino superior português avança mais depressa do que a definição de normas institucionais.
Os institutos politécnicos pediram ao Governo a revisão da fórmula de financiamento do ensino superior, denunciando desigualdades entre estudantes de cursos idênticos.
A nova reitora do Iscte defende que a revisão do regime de graus e diplomas deve preservar a equidade e evitar novos obstáculos no acesso à universidade.
Ministério Público abriu um inquérito após a divulgação de mensagens com teor “racista, xenófobo e misógino” num grupo de WhatsApp com estudantes da Universidade de Coimbra e do Instituto Politécnico de Coimbra.
Governo esclarece que os níveis mínimos de literacia, numeracia e inglês serão aplicados apenas nos concursos especiais de acesso ao ensino superior.
Num artigo de opinião, Iúri Soares defende que o caso investigado em Coimbra expõe a gravidade da “normalização do discurso de ódio” em contexto académico.
Decisões dos tribunais que obrigam universidades a abrir concursos para investigadores estão a pressionar as instituições, que pedem mais financiamento ao Governo.