Assédio(s) no Ensino Superior: Políticas e práticas de intervenção nas comunidades educativas
A 5 de dezembro de 2022, em formato remoto, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra promove o seminário comemorativo do XV Aniversário da sua fundação, com o tema: Assédio(s) no Ensino Superior – Políticas e práticas de intervenção nas comunidades educativas.
RJIES: Contributos para uma revisão fundamentada
“Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (2007-2022) – Contributos para uma revisão fundamentada”, no dia 12 de dezembro, a partir das 14:30, na sede do Sindicato Nacional do Ensino Superior, em Lisboa. O evento realizar-se-á em formato híbrido, com transmissão remota.
Tens interesse no movimento associativo? AIDGLOBAL organiza um seminário sobre associativismo e direitos humanos
Nos dias 26 e 27 de novembro, a Acção e Integração para o Desenvolvimento Global (AIDGLOBAL) organiza um workshop para sensibilizar e mobilizar jovens. As inscrições estão abertas.
Tens interesse em temáticas sobre cidadania global e desenvolvimento? GO YOUTH acontece esta semana na UMa.
No dia 19 de novembro, a Ação e Integração para o Desenvolvimento Global (AIDGLOBAL), promove o GO YOUTH na Sala do Senado da Universidade da Madeira (UMa). As inscrições estão abertas.
Linguagem neutra e linguagem inclusiva
Ela ou Ele são as alternativas da nossa língua. Nos tempos que correm, devemos alterar a forma como comunicamos?
Coletânea de textos antigos de Ginecologia
As Edições Húmus apresentaram uma coletânea que reúne os textos mais importantes da tradição médica sobre doenças das mulheres. A publicação contou com a organização de Cristina Santos Pinheiro e Joaquim Pinheiro.
“Recuso aceitar uma Universidade de modelo conservador e estático”

Sílvio Fernandes, Reitor da Universidade da Madeira, deu as boas-vindas na Sessão de Abertura do Ano Académico 2022-2023. O evento ocorreu a 26 de outubro de 2022, no Colégio dos Jesuítas do Funchal.
Salamanca…mais que um programa Erasmus
Os postais que tenho à minha frente fazem-me perceber que esta imagem difusa que tenho sobre viver em Espanha é real e durou 5 meses. É uma imagem que começou a ser construída no dia 12 de fevereiro, numa fria madrugada em Salamanca. Poucas horas depois, mal dava por mim e já estava a ir para a Faculdade de Psicologia. Após andar uns 20 minutos, já avistava a faculdade ao longe. Depois de alguns passos, começava a desenhar-se grandes árvores à minha frente e a porta de entrada acercava-se. Dentro de mim, continuava aquele sentimento que tinha surgido, já antes de entrar no avião, de uma certa ansiedade que se mesclava com um otimismo e uma vontade de aproveitar a vida. Os dias passaram e esses sentimentos foram-se dissipando, visto que a minha esperança de aproveitar esta oportunidade tornava-se realidade. Esta realidade era composta por pessoas de diferentes países e etnias que se juntavam à noite no “Paniagua”, sempre passando pelo ponto de encontro, a “Plaza Mayor”. Aí conheci pessoas da Grécia, da Bélgica, da Itália, de França, da Inglaterra, do México, entre outros. Conhecer pessoas de lugares tão variados fez-me sentir que a minha Madeira era um lugar tão pequeno. Esta pequenez é acentuada quando volto a olhar para os postais que captam um pouco da essência de várias zonas de Espanha, desde Ronda, Sevilha, Zamora, Valladolid, Madrid, Córdoba, Ávila, Salamanca até Granada. Penso nestes locais e surgem-me as ruas com laranjeiras, os grandes edifícios, as muralhas, a fala rápida com os “essês” arrastados, os “bocadillos”, as várias igrejas, os monumentos de influência árabe, a paella, os edifícios cor amarelo-torrado, o flamenco e a bachata… tudo se junta numa amálgama de imagens sem associação ao nome da cidade, mas que mesmo assim não deixam de ser reais. Um sorriso no rosto ao lembrar-me de tudo isto, intercalado por alguns suspiros que revelam uma ténue saudade. Guardo os postais e fecho os olhos, não queria ter acordado deste sonho de cinco meses. Texto e fotografia de Alexandre Gouveia Alumnus da UMa
Quedas d’águas e um nascer do sol
An Erasmus+ experience in the island.
Trabalhar vs. Estudar: como ser adaptável?
“Da mesma forma que tive que me adaptar ao ensino superior, aos professores e aos horários de estudo intensivo, tenho que me adaptar a tudo o que aquele trabalho me irá trazer.”