Medicina na Universidade de Évora volta a ser chumbada
A proposta para a criação do Mestrado Integrado em Medicina na Universidade de Évora foi novamente rejeitada pela A3ES, que apontou falhas estruturais e de recursos.
A proposta para a criação do Mestrado Integrado em Medicina na Universidade de Évora foi novamente rejeitada pela A3ES, que apontou falhas estruturais e de recursos.
A formação médica precisa de integrar literacia de futuros, competências digitais e humanismo clínico para preparar médicos capazes de responder a um sistema de saúde em rápida transformação.
Um estudo recente mostra que a origem geográfica e o percurso escolar continuam a pesar de forma decisiva no acesso aos cursos de Medicina, reproduzindo desigualdades socioeconómicas no ensino superior.
A transição para os anos clínicos marca o início da aplicação prática do conhecimento médico, trazendo novos desafios académicos, humanos e de adaptação, sobretudo para estudantes deslocados.
Um novo estudo citado pelo PÚBLICO revela que os fármacos usados no tratamento da PHDA atuam sobretudo nos mecanismos de recompensa e vigília do cérebro, desafiando décadas de pressupostos científicos.
O novo episódio do PEÇO A PALAVRA explora a transição dos estudantes de Medicina da UMa para os anos clínicos em Lisboa, reunindo testemunhos sobre vantagens, custos e o impacto desta mudança na formação e na vida académica.
Após uma decisão desfavorável em tribunal, os candidatos excluídos do concurso especial de Medicina na Universidade do Porto anunciam novo recurso, mantendo aberta uma polémica que cruza legalidade, autonomia universitária e acesso ao ensino superior.
Em 2019, o reitor da Universidade do Porto homologou “excepcionalmente” a entrada de 37 candidatos em Medicina com nota inferior a 14 valores, alegando dificuldades na aplicação da nova prova de conhecimentos e um contexto distinto do atual.
“O mais alto representante de uma das mais importantes instituições de educação do nosso país mentiu publicamente”, acusou o ministro. A polémica está longe do fim e deve terminar na justiça.
A expansão do curso de Medicina na Madeira enfrenta entraves estruturais e a falta de docentes, refletindo um problema mais amplo do SNS, onde medidas paliativas substituem reformas essenciais para fixar profissionais e garantir um futuro sustentável para a saúde pública.