Estudantes marcham por ensino superior gratuito e digno
Milhares de estudantes manifestaram-se em Lisboa exigindo o fim das propinas, mais alojamento público e melhores condições no ensino superior.
Milhares de estudantes manifestaram-se em Lisboa exigindo o fim das propinas, mais alojamento público e melhores condições no ensino superior.
No Dia Nacional do Estudante, a ACADÉMICA DA MADEIRA denuncia desigualdades no Ensino Superior e exige mais investimento público, justiça orçamental, apoio à saúde mental e combate à precariedade na investigação.
Mensalmente, a ACADÉMICA DA MADEIRA tem um espaço de opinião no JM Madeira. Ricardo Freitas Bonifácio, Presidente da Direção da ACADÉMICA DA MADEIRA, escreveu em março sobre o DIA NACIONAL DO ESTUDANTE.
Se há esperança que o novo governo possa executar obras por realizar, também existe a exigência que as Universidades e os Institutos Politécnicos possam aplicar verbas para melhoria de aspectos básicos do quotidiano dos estudantes. Depois de 2022, os estudantes voltaram às ruas.
A 20 de março de 2024, a ACADÉMICA DA MADEIRA organizou uma ação de reflorestação no Parque Ecológico do Funchal, por ocasião da celebração do Dia Nacional do Estudante (24 de março) e à Hora do Planeta. Esta ação está integrada no programa PEGADA VERDE, ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade.
Na edição anterior, o “Academia”, sobre a origem do Dia Nacional do Estudante, referiu a natureza repressiva do Estado Novo no que toca aos estudantes universitários de então. Depois de abril, mês em que se comemora a Revolução dos Cravos de 1974, o JA aproveita para dissecar a evolução do Ensino Superior Português sob a égide do governo de Salazar.