Governo quer reorientar a oferta formativa
O Governo desafiou as universidades com menos candidatos a repensar os seus cursos e a apostar na formação de adultos, garantindo maior inclusão e coesão territorial.
O Governo desafiou as universidades com menos candidatos a repensar os seus cursos e a apostar na formação de adultos, garantindo maior inclusão e coesão territorial.
Num artigo no PÚBLICO, Fernando Alexandre, Cláudia Sarrico e Helena Canhão defendem reformas estruturais para valorizar o talento, reforçar a autonomia das instituições e colocar Portugal na linha da frente da investigação e inovação.
“O mais alto representante de uma das mais importantes instituições de educação do nosso país mentiu publicamente”, acusou o ministro. A polémica está longe do fim e deve terminar na justiça.
Em artigo publicado no PÚBLICO, Pedro Lourtie defende que permitir a acreditação de cursos por agências estrangeiras reforça a credibilidade internacional do ensino superior português e promove a mobilidade académica no espaço europeu.
A variação entre os colocados nos dois últimos anos letivos indica que a queda da UMa foi de 25,1 %. Um resultado que deixa o Funchal na pior colocação de universidades públicas portuguesas, com 65,7 % das vagas preenchidas.
Os dados da Direção-Geral do Ensino Superior, houve 49.595 candidatos na 1.ª fase do concurso nacional de acesso de 2025, menos 9.046 do que em 2024, aproximando-se dos valores de 2018.
O número de candidatos ao ensino superior caiu mais de oito mil face a 2024, refletindo uma combinação de quebra demográfica, resultados mais baixos nos exames e o aumento dos custos com alojamento, segundo o PÚBLICO.
O Governo deu início a uma profunda reforma da Administração Pública com a extinção da FCT e de vários organismos da Educação, visando simplificar estruturas, reforçar a coordenação e modernizar o Estado.
O número de candidatos ao ensino superior está a diminuir pelo quarto ano consecutivo, influenciado por alterações nas regras de acesso, custos elevados e pressões demográficas, segundo o EXPRESSO.
Nos primeiros cinco dias do concurso nacional de acesso ao ensino superior, candidataram-se quase 29 mil estudantes, uma queda superior a 4 mil candidatos, apesar de haver este ano um número recorde de vagas disponíveis.