O professor ideal

O primeiro dia de aulas é sempre vivido com uma enorme ansiedade. É o dia de conhecer colegas novos, professores novos, uma faculdade nova.

O mais importante é saber lidar com tudo isto, numa fracção de segundos. É o caso dos professores, é deles de quem temos grandes expectativas. Entrámos na sala de aula, é a primeira unidade curricular.

Entra o professor(a) e ficam apurados os sentidos visuais e auditivos. É importante estar atento ao que ele diz, e saber observar os gestos. Será este o professor ideal?

Saber escutar, fazer-se entender, saber explicar a matéria, são qualidades apreciadas num professor. O professor ideal está nos olhos de cada um, mas há aspectos que todos os estudantes idealizam e apreciam. E que aspectos serão esses?

Aquele professor que se interessa pelo bem-estar do aluno, que o motiva a aprender e a não desistir é sem dúvida um exemplo. O professor que sabe e exemplifica a matéria de uma maneira simples tem uma vertente importante durante o percurso académico do aluno. Estes professores são uma fonte de inspiração.

Há aqueles que chamamos os professores porreiros, entramos na sala, ele explica-nos a matéria de uma forma muito subtil e ainda há espaço para a descontracção.

E por último, temos os professores exigentes, os que os alunos mais temem quando entram dentro de uma sala de aula. Que dor de cabeça, só de pensar na maneira como irá agir na apresentação ou quando eu decidir participar sob a matéria. Pela exigência, são estes os professores que, no fim de curso, são importantes no nosso crescimento enquanto pessoa e estudante.

Não há professores perfeitos. Sabemos que durante a vida académica criamos uma maior empatia com alguns do que com outros. Mas a qualidade de ensino começa no professor. Ter bons professores é um grande passo para tornarmo-nos excelentes profissionais.

Cristina Teixeira

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