Gonçalo Nuno Martins escreve na edição do DIÁRIO sobre: “o futuro da Madeira está, entretanto, a ser desenhado hoje, nos laboratórios e nas salas de aula da nossa Universidade”.
São vários os episódios relatados pela comunidade académica nos últimos meses, num crescente sentimento de insegurança que motivou as autoridades universitárias a solicitar, ainda no verão de 2022, um reforço do policiamento que, pelos incidentes relatados, parece não ter surgido efeito desejado. Nem o interior do edifício escapou.