Coesão ou desigualdade?
Mensalmente, a ACADÉMICA DA MADEIRA tem um espaço de opinião no JM Madeira. Tiago Pires Alves, Vice-Presidente da Direção da ACADÉMICA DA MADEIRA, escreveu sobre a necessidade de um quadro de coesão no ensino superior.
Mensalmente, a ACADÉMICA DA MADEIRA tem um espaço de opinião no JM Madeira. Tiago Pires Alves, Vice-Presidente da Direção da ACADÉMICA DA MADEIRA, escreveu sobre a necessidade de um quadro de coesão no ensino superior.
Começam este ano letivo as novas condições para concluir o ensino secundário em Portugal. As mudanças mais significativas estão no peso dos exames nacionais na classificação final das disciplinas e nas regras de acesso ao ensino superior.
Nos últimos 25 anos, cerca de meio milhão de portugueses completaram a sua formação superior em instituições privadas, conforme revelado pela APESP, quase um quarto do total de alunos do ensino superior no país.
Relatório apresentado em julho, pela Fundação “La Caixa”, indica que a exaustão académica, um reduzido sentimento de pertença e fracos resultados académicos são os principais fatores de risco que levam ao abandono do ensino superior.
Foram 68 os novos estudantes que entraram em 2.ª fase na UMa, elevando para 694 o número total de colocados, na instituição, atinja assim a taxa de ocupação de 93% das vagas disponibilizadas em 2024-2025.
Um cartaz variado, para todos os públicos, pretende receber bem o estudante, criando uma ligação para proximidade e acompanhamento durante o seu percurso académico.
Desde agosto, os estudantes podem requerer o seu certificado de matrícula ou de inscrição através da plataforma InfoAlunos.
Ainda com a polémica sobre o descongelamento de propinas, o executivo promove, em Lisboa, um evento sobre medidas de apoio aos estudantes do ensino superior.
Foram conhecidos os resultados do Concurso Nacional de Acesso e quase 50 mil estudantes ficaram colocados. Abre-se um período difícil para os que não ficaram colocados e para os que rumam para o Ensino Superior, a procura de apoios sociais e habitação.

De acordo com os dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), 58.641 estudantes inscreveram-se para ingressar nesta fase. Houve uma redução face ao ano passado, numa tendência já verificada em 2023, mas o total de candidaturas permanece superior aos máximos históricos anteriores à crise pandémica.
